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O preconceito linguístico em questão no Brasil

No Brasil, a variedade linguística é uma herança cultural e que foi bastante modificado para aprimorar o diálogo das pessoas em cada região. Contudo, o preconceito da língua em questão põe em risco de extinção a etnia brasileira, já que é usado como ferramenta de exclusão na sociedade, mas também rompe a liberdade de expressão dos indivíduos. Desse modo, é necessário fragmentar tal problemática e analisar suas consequências, assim devendo ser combatido em prol do bem comum social.


Nesse viés, no livro "o triste fim de Policárpio de Quaresma" de Lima de Barreto, o protagonista Policárpio, leva uma proposta ao senado de oficializar a língua Tupi-Guaraní como oficial do brasil. Entretanto, os senadores, tinham uma visão eurocêntico e consideraram o idioma indígena inferior a do português. De maneira análoga, essa inferioridade bastante comum na atual conjuntura brasileira, principalmente, é usado com ferramente de exclusão, haja vista que o mercado de trabalho exclui os candidatos com nível de ensino medio incompleto, sotaque e até mesmo pela fala. Logo, devendo reverter o quadro do preconceito linguístico em questão no país.


Outrossim, os indivíduos tende a seguir um padrão linguístico para ser incluso na sociedade, ou seja, essa paradigma impossibilita a liberdade de expressão. Dessa forma, segundo o pensamento iluminista de John Locke, o estado deve existir para garantir os direitos inalienáveis dos homens. Nesse contexto, o estado brasileiro não tem efetivado os direitos de liberdade individual, pelo contrário, a omissão governamental é impulsionador do problema. Consequentemente faz com que muitos abandonam o sotaque regional para não sofrer preconceito linguístico em questão e ser aceito num grupo social.


Portanto, a fim de sintetizar tais circunstâncias, cabe ao Ministro da Educação (MEC), por meio de verbas governamentais, formar docentes que a princípio falaram da importância histórica, cultural das diversidades linguístico e reprimir o preconceito, e ao Executivo, através das leis, criminalizar as empresas que usam a fala, sotaque como ferramenta para excluir candidatos. Somente assim, a etnia brasileira poderá ser preservado no Brasil.

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