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O porte de armas no Brasil

  Segundo Thomas Hobbes, o homem é lobo do homem. Essa máxima torna-se real quando se nota o percentual de assassinatos em 2003, sendo de 36,1 para cada 100.000 habitantes. Por isso, torna-se necessário o debate acerca do porte de armas no Brasil.


Em primeiro lugar, em 2003, foi sancionado o Estatuto do Desarmamento que reduziu o acesso ao porte de armas e permitiu que o índice supracitado reduzisse para 29,9, redução pequena, mas que estancou o crescimento da taxa. Fica claro portanto, que armar a população não traz maior segurança, antes aumenta os índices de homicídios, e ainda, percebe-se que há muitos outros fatores a serem resolvidos como a permanência da bandidagem, para que esse índice seja diminuído.


Ademais, segundo Rosenfield, professor na universidade federal do rio grande do sul, o direito à autodefesa é pilar de uma sociedade livre e democrática. Tal opinião diverge do contratualista John Locke que (defendendo a democracia) dizia que para obter a paz o homem deve abrir mão da sua liberdade em troca da segurança. Essa segurança sendo manejada pelo Estado é relativamente mais eficiente pois podendo alcançar maior abrangência e aplicabilidade, não aumentando os homicídios, mas julgando e protegendo corretamente sua população.


Assim, com o intuito de melhorar a segurança pública, o Estado promova mais projetos com as Polícias (Militar e Federal) para melhorarem e aumentarem a vigilância em locais com alto índice de bandidagem, por meio de ações organizadas e bem aparelhadas para segurança dos policiais. Dessa forma, a segurança aumentará e o porte de armas não será necessário, permitindo que o homem deixe de ser lobo do homem.

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