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O mercado de cosméticos falsificados

   A rainha Cleópatra é uma das figuras históricas mais recordadas e retratadas quando associa-se a figura feminina à vaidade. Todavia, adornos e joias que há muito tempo também fizeram parte da cultura ocidental, passam a perder espaço para o vasto mercado dos cosméticos, um dos maiores atrativos para a mulher moderna. Nesse caso, é preciso analisar as consequências dessa nova configuração social, especialmente no que diz respeito aos produtos falsificados, já que estes podem oferecer muitos riscos à saúde, assim como também atrair um expressivo número de consumidores. 


   Nesse sentido, o primeiro ponto a ser ressaltado são os riscos que podem ser causado à saúde devido ao uso de produtos pirateados, já que esses não tem uma boa procedência. Logo, é importante ressaltar que os efeitos colaterais indesejados ligados ao uso de maquiagens, batons, loções faciais e coisas do gênero, são atribuídos à produção clandestina, pois esses fabricantes sequer apresentam conhecimentos técnicos necessários para tal procedimento. Desse modo, componentes químicos misturados aleatoriamente causam reações químicas inesperadas, podendo causar queimaduras na pele, manchas pelo corpo e afins, podendo deixar sequelas. 


  Paralelamente, é preciso ressaltar o expressivo número de consumidores atraído por esse mercado, mas muitas vezes os clientes priorizam preço a qualidade. Contudo, uma das maiores causadoras desse problema é a indústria midiática devido a propagação de determinadas marcas de esmaltes, tinturas de cabelo e semelhantes, mas que nem sempre são compatíveis com o poder aquisitivo do seu público-alvo. Por conseguinte, o resultado dessa equação é o crecimento do mercado negro em detrimento dos bons preços, a exemplo da feira do Brás e da 25 de março no Estado de São Paulo. 


  Dado o exposto, medidas devem ser tomadas para resolver o impasse. Por isso, o Ministério da Saúde deverá promover palestras de conscientização acerca do tema, por meio de especialistas na área, como químicos, professores e colaboradores, visando instruir crianças, jovens e adolescentes quanto às consequências da má utilização de tais produtos, e a análise da procedência do mesmos. Ademais, a sociedade civil será responsável por se manisfestar por meio de passeatas e das redes sociais, a fim de pressionar o Governo para a criação de leis mais rígidas de fiscalização de produtos clandestinos e a sua comercialização no mercado paralelo para que estes saiam de circulação, evitando quaisquer riscos à saúde e maiores transtornos aos seus utilizadores. Enfim, o Brasil superaria o referido problema, e a valorização da beleza natural seria mais evidente retomando aspectos Orientais da rainha do Nilo. 

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