ENTRAR NA PLATAFORMA
O mercado de cosméticos falsificados

Desde o Império, no século XIX, o comércio trouxe prosperidade para o Brasil. Contudo, atualmente, o mercado de cosméticos falsificados traz um invés problemático do sistema comercial. Impulsionado pelo consumismo exacerbado da população, somado aos padrões de beleza exigidos pela sociedade. Desse modo, fazem-se necessários mecanismos que extingam com excelência os combustíveis da compra e venda de produtos de beleza falsos.


É fato que a transação de artigos embelezantes ilegítimos resulta da exorbitante demanda populacional. Isso porque, ao entrevistar 1.090 pessoas, em 2018, o Instituto Akatu constatou que 76% dessas não praticam o consumo consciente, estando desatentas quanto a procedência e fabricação dos produtos. Logo, a ausência de educação financeira se tornou aliada do comércio ilícito.


Dessarte, a falsificação de produtos ligados ao cuidado pessoal tem como aliado a própria sociedade. Em vista dos padrões de beleza vigentes, a busca pela aparência perfeita que se adeque aos requisitos do corpo social, instiga a população a recorrer à cosméticos ilegais, dado o preço dos originais. Assim, o mercado de beleza toma proveito da exigência estética do Estado.


Portanto, o mercado de cosméticos falsificados precisa falir. Para isso, cabe ao Ministério do Comércio, intensificar a fiscalização nos grandes centros comerciais, por meio do aumento de policiais e guardas civis, a fim de combater a comercialização de produtos adulterados. No âmbito da governança, o Governo Federal deve educar a população sobre os riscos dos cosméticos falsificados, utilizando da TIC, para cessar seu uso.

Ver todas as redações Corrija suas redações com a nossa plataforma! Clique aqui!
Message comes here!
Aguarde