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O legado da escravidão e o preconceito contra negros no Brasil

Apesar de destacar enquanto potência econômica mundial, o Brasil ainda vivência problemas sociais arcaicos, como o preconceito racial. Diante da gravidade desta questão urge a mobilização conjunta do Estado e da sociedade para seu efetivo combate. Embora, os direitos e espaços conquistados pelos negros ao longo dos anos, o preconceito racial tem sido uma ferida na sociedade desde a era colonial e escravocrata imposta pelos colonizadores portugueses. Atualmente é comum encontrar casos de desigualdade racial tanto nas escolas, quanto em redes sociais.
De princípio, vale ressaltar que a abolição da escravidão foi uma das grandes conquistas que marcou a população negra, possibilitando- lhe o direito à liberdade. Hoje vemos o reflexo dela, direitos e espaços que outrora, os negros não obtinham. No entanto, o que se observa em diversas regiões do país é o preconceito racial constante não só nas salas de aula mas também em redes sociais, como ficou evidenciado no caso da apresentadora do tempo no Jornal Nacional, Maju Trindade, que através da atitude primitiva de alguns usuários do facebook, recebeu muitos comentários racistas. Apesar da mudança no papel com leis como por exemplo, o estatuto da igualdade, os negros ainda sofrem racismo frequentemente, mesmo que por uma minoria. É lastimável saber, que em pleno século XXI existe o retrógrado pensamento racial.
Em 1500, no período colonial, acredita-se os primeiros indícios sobre o racismo, quando de forma errônea os portugueses possuíram a ideia de que os negros eram inferiores e não tinham os mesmos direitos, aplicando o genocídio que exacerbava os sentimentos racistas. O racismo ainda é vigente em meio à sociedade pela falta de pessoas empáticas, como nos mostra na obra " O mulato'', publicada em 1881 pelo escritor brasileiro, Aluísio Azevedo, que aborda o preconceito com os negros da sociedade do Maranhão, falando sobre o personagem negro, Raimundo que tinha uma noiva branca, cujo pai não concordava com a relação por preconceito. Seguindo a linha de pensamento do líder político da África do sul, Nelson Mandela, Ninguém nasce odiando uma pessoa pela cor da pele, se aprendem a odiar também podem ser ensinadas a amar. Nesse sentido, a sociedade que ama, respeita, se há respeito não tem preconceito.
Diante dos argumentos supracitados, entende-se que é dever do Estado aprimorar e revigorar as leis, além de criar campanhas de combate ao preconceito racial envolvendo fatos reais, assim como a mídia, por ter um grande poder de influência, deve fazer campanhas a fim de conscientizar sobre a importância de acabar com o racismo. Soma- se a isso investimentos em educação que é o ponto nevrálgico deste processo, valorizando e capacitando os professores, com o objetivo de formar cidadãos que respeitem e aceitem, independente da raça ou cultura e assim tornar uma sociedade melhor e igualitária para as gerações futuras.




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