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O legado da escravidão e o preconceito contra negros no Brasil

Democracia racial ou utopia?

Há quem diga que, no Brasil hodierno, há uma plena democracia racial. Porém, essa não é a verdadeira realidade da sociedade brasileira, pois o preconceito racial é camuflado em um discurso politicamente correto, no qual poucas pessoas dizem ser racistas.
Frente a isso, o racismo na sociedade brasileira remete à época da escravidão, na qual o negro era utilizado como escravo, ou seja, considerado propriedade, sendo passível à venda. Diante disso, no livro "Casa grande e Senzala", Gilberto Freyre discute sobre a miscigenação de "raças" que deu origem ao povo brasileiro, no qual o negro era tido como inferior e portanto, indo de encontro à democracia racial.
Em contrapartida, com a promulgação da Constituição brasileira de 1988, o racismo tornou-se crime inafiançável, porém discursos e ações preconceituosas são bastante corriqueiras. Um exemplo dessa realidade, é que segundo o IBGE, cerca de 36% dos trabalhadores negros ganham menos que os não negro. Além disso, é visível a não contratação de negros por parte de certas empresas, pois os clientes ainda olham com desconfiança frente a presença desses.
Dessa forma, torna-se evidente que o preconceito ainda se faz presente na sociedade brasileira. Portanto, é necessário que governo ratifique as ações afirmativas, a exemplo das cotas, além de fornecer incentivos fiscais às empresas que contratarem trabalhadores negros. Ademais, a própria sociedade deve combater discursos racistas, denunciando e assim, se consiga uma verdadeira democracia racial.
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