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O legado da escravidão e o preconceito contra negros no Brasil

Treze de Maio de 1888. Nesta data foi abolido a escravatura no Brasil com a assinatura da Lei Áurea. Por sua vez, o último país do mundo ocidental a abrir mão do trabalho forçado não criou condições para a integração do negro na sociedade, um reflexo visto até hoje. Embora que, nas últimas décadas foram instituídas políticas que visão combater essa desigualdade, aproximar a realidade deles ao de brancos é um grande desafio.
Uma pesquisa feita pela USP revelou que 97% dos entrevistados afirmaram não ter preconceito e 98% disseram conhecer conhecer pessoas e situações que confirmam a existência de racismo no Brasil. Tal dado confirma como a discriminação racial é mascarada, mesmo presente cotidianamente. Além disso, é necessário apontar, a imagem que a mídia passa dos personagens negros, que estão, na maior parte das vezes, ocupando papéis de bandidos, domésticas, favelados, etc.
Para combater tais injustiças do passado, o governo criou cotas raciais para o acesso à educação superior ou a postos no serviço público. Entretanto, muita gente não aceita essa medida, segundo eles, cotas deveriam valer apenas para pobres. Contudo, a ideia não é apenas a de saldar a dívida de uma escravidão mal abolida, mas sim a tentativa de mudar o pensamento e a ação de uma sociedade.
Fica evidente, portanto, que é necessário agir para mudar esse cenário. Segundo o filósofo Immanuel Kant, o homem é aquilo que a educação faz dele. Sendo assim, as escolas e as emissoras de televisão devem criar palestras e debates ministradas por professores e psicólogos para discutir a igualdade racial e o respeito aos demais. Além disso, é importante que as leis que punem os casos de racismo sejam estreitadas e mais colocadas em prática. Afinal, preconceito não é um mal entendido.
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