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O histórico desafio de valorizar o professor

No livro "Nós" de Evgueny Zamiatin, é retratado um distópio futuro em que todo o comportamento dos indivíduos passa a ser monitorado e controlado pelo Estado representado pela figura do "Benfeitor" a favor de interesses políticos. Paralelamente, durante as revoluções russas em 1905 e 1917, o corpo social era, totalmente, controladora e totalitária, que acredita ser o livre-arbítrio o responsável por provocar a infelicidade na vida das pessoas. Fora da ficção, é fato que a realidade dissertada por Zamiatin pode ser comparada à globalização corrente: gradativamente, o descaso Estatal e o despreparo civil corroboram para o histórico desafio de valorizar o professor.


Primordialmente, é importante destacar a deficiência de medidas em que a população está exposta, levando, por conseguinte, a dissolução da coletividade, conseqüência da falta de desenvolvimento de mecanismos por conta do Estado em que a sociedade está instantemente alienada para maior atrativo pessoal. Nesse viés, de acordo com o teórico francês Guy Debord, teceu, em seu livro "a sociedade espetáculo", critica à modernidade, vive-se hodiernamente um período de aparência ao ser; em que a crença de um dinamismo do cotidiano leva a uma realidade inexistente abrindo portas para a alienação e manipulação como visto em "Nós". Assim, os indivíduos são, inconscientemente, forçados pelo sistema a chegar-lhe em uma verdade inexistente apresentado –somente- para primazia lucro, evidenciando uma grande bolha a ser solucionada.


De outra parte, presencia-se um forte despreparo civil para lidar com a histórica valorização do professor na coletividade verde-amarela: ao observar a falta de ideologias que resultem no epílogo da valorização do professor, o indivíduo hão de agir com interesse resultando em perfis estereótipos. Em um episódio da série televisa Game of Thrones, por exemplo, Renly e Margaery bloquearam o abastecimento de comida para Porto Real, deixando a população da capital faminta. A inércia e ineficiência do rei Joffrey para resolver a crise de abastecimento de viveres na cidade causou uma das maiores revoltas. Concomitante, esse é o objetivo da Indústria da Cura Nômade: desconstruir a padronização imposta à sociedade por meio de imposições e revoltas, para deixá-lo de ser homogêneo e, facilmente atingível.


Portanto, faz-se mister, que o Poder Executivo tome providências para amenizar o quadro atual, Para estabelecer políticas que auxiliem no histórico de valorizar o professor urge que o Ministério da Educação (MEC) invista, por meio de verbas governamentais campanhas publicitárias aliado aos veículos midiáticos sobre a importância e a necessidade do professor no mundo com intuito de gerar debates no âmbito escolar e universitário nessa federação manipulada com o fito de clarificar a nação brasileira acerca do professor ser a profissão mais importante da contemporaneidade. Para que assim, possa combater os desafios patriarcais, enfrentado ao longo dos anos para a valorização do professor e, ademais, salientar o corpo social, quebrando o distópico futuro "Nós" global e, conseguintemente, estourando a grande bolha.

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