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O histórico desafio de valorizar o professor

Todo valor exige demanda

Atualmente o Brasil sofre uma dramática desvalorização do trabalho do professor por conta dos baixos salários. No entanto, o controle centralizado do Estado sobre o sistema de educação dificultam a livre iniciativa de competirem entre si e universalizar o ensino privado. Fato este que traria uma maior valorização dos docentes que atendessem às demandas do mercado.

Certamente que um sistema de educação pouco flexível não serve para todos os tipos de pessoas em todos os lugares do Brasil. Com 73,5% do total de estudantes frequentando escola pública segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, torna-se quase impossível uma educação de maior qualidade se consolidar no Brasil, haja visto que a eficiência nas instituições públicas não é uma prioridade, o que reflete diretamente em uma desvalorização da profissão do professor no país. Em consequência disso, com a maioria dos brasileiros só conseguindo ter acesso à escolas públicas, o salário médio do professor baixo pois o mesmo não tem tanta relevância para os governos que distribuem as verbas para educação. Consequentemente, o número de greves neste setor aumentou vertiginosamente nos últimos anos.

Entretanto, com a privatização de uma grande parte do setor educativo no país a livre concorrência permitirá manter os mais preços e os alunos de todas as camadas sociais poderão ter acesso, possibilitando uma maior valorização do salário dos professores. Além disso, é factível salientar que, com os professores atuando na iniciativa privada, há mais exigências para que se tenha maior qualidade de ensino haja visto que o cliente sempre tem controle sobre as demandas de uma empresa. O que não ocorre facilmente na relação da educação pública e o contribuinte. Este fato é comprovado, por exemplo, em um estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário feito em 2015, mostrando que o Brasil é o último no ranking sobre retorno dos impostos.

Desta maneira, visando melhorar o quadro de dificuldade que se encontra o professor brasileiro é preciso que a educação seja majoritariamente privada e desregulamentada. Para isso é preciso uma transição efetiva para que não comprometa os estudantes atuais já adaptados modelo vigente, formando primeiramente parcerias público-privadas e descentralizando os critérios de sistemas educacionais para que cada região desenvolva um padrão mais adequado ao seu ambiente. Assim, com provas periódicas o governo poderá avaliar periodicamente as habilidades e competências dos alunos com base em um conjunto mínimo de conteúdos fundamentais melhorando o salário e estimular a eficiência dos nossos futuros educadores.
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