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O histórico desafio de valorizar o professor

Praticamente todos os anos, vemos nos noticiários que os professores entraram em greve e geralmente acreditamos que seus problemas são por causa do presidente em mandato. Infelizmente, este problema é mais antigo do que possamos imaginar e não possui um único culpado. Nesse contexto, a desvalorização do educador é fruto, principalmente, das esferas governamentais e sociais.
Em primeiro plano, é perceptível uma falta de reconhecimento por parte do governo federal. No início do ano, todos os salários deveriam sofrer reajustes, porém, diversas vezes os dos professores permanecem iguais. Ao reivindicar seus direitos, em sua maioria de modo pacífico, esses profissionais são bruscamente reprimidos. Além disso, o poder público não dá condições decentes para o trabalho do educador, seja pela infraestrutura ruim da escola, falta de materiais didáticos ou outros problemas.
Ademais, não há um incentivo pela própria sociedade. Mahatma Gandi acreditava que você tem que ser a mudança que você quer ver no mundo. Refletindo sobre essa ideia no contexto dos professores, a valorizacao deveria começar pelo próprio povo. É possível ver a manutenção de pensamentos enraizados que acreditam que ser professor é desperdício de talento, por exemplo. Sem a voz e a força da população, dificulta para os educadores - sozinhos - lutarem por melhores condições.
Torna-se evidente, portanto, que a falta de importância dada ao professor começa desde um único indivíduo e vai até a Presidência da República. Deste modo, o Ministério da Educação e Cultura (MEC) deve rever sua legislação, através de consultas aos professores para que estes deem suas opiniões e junto ao governo melhorar suas condições de trabalho. Assim, poderiamos por fim nesse péssimo histórico de valorização do educador no Brasil.
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