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O histórico desafio de valorizar o professor

Segundo dados do IBGE do censo de 2010, apenas 2% dos estudantes brasileiros visam tornarem-se professores. Esse fato evidencia a enorme deterioração que que atinge essa classe trabalhista. No entanto, ainda que seja pouco visada, a presença do profissional da educação é imprescindível ao desenvolvimento de qualquer sociedade. Logo, entender os motivos ligados ao desprestígio sofrido pelos professores é essencial para que não só haja o retorno de sua valorização como também a salvação desse ofício de grande importância.
A princípio, ainda que os ideais da Revolução Francesa de 1789 tenham se refletido nas normas da Constituição brasileira de 1988, os mecanismo de valorização dos tutores não acompanharam de forma proporcional o avanço da popularização do ensino. Dessa forma, o requerimento em abundância desses profissionais, para suprir às necessidades educacionais do país, foi feita de maneira ineficaz e errônea, visto que houve tanto menor qualificação profissional quanto pequenas verbas destinadas à própria área de atuação dos professores, seja em escolas, seja em universidades. Isso, portanto, acarretou em consequências gravíssimas ao professor, visto que a profissão sofreu restrições quanto à formação contínua e boa remuneração, sendo esta inclusive ausente quando o profissional trabalha fora do serviço, por exemplo, quando planeja aulas e corrige provas.
Além disso, é de fato público e notório que boa parte da desvalorização dos docentes é proveniente do pensamento popular, o qual propaga que o professor é um missionário e, portanto, é despreocupado com o salário e suas condições de trabalho. Torna-se assim, fraca a luta desses trabalhadores em prol de sua valorização no âmbito social. Greves e manifestações, portanto, embora se tornem um dos últimos meios de cobrança de reivindicações, são não só pouco eficazes como temporários, vide o baixo apoio popular que obtêm no que tange às reivindicações.
Nota-se, por conseguinte, a extrema necessidade de adoção de políticas que favoreça, o profissional da educação no país. Logo, o Estado deve, por meio de leis aprovadas pelos órgão federais, tais como a Câmara e o Senado, aplicar maiores verbas aos cursos pedagógicos como também valorizar o salário dos tutores, o qual é um dos fatores que empoderam a valorização do ofício por meio da competição e qualificação ao cargo. Por sua vez, o movimento da social é de extrema importância como auxílio às conquistas dos professores. Assim, os pedagogos devem explicitar que a educação é um direito social fundamental e, como o professor é o pilar de tal direito, sua valorização deve ser garantida.
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