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O discurso do índio pataxó

O discurso do índio pataxó.


De acordo com o sociólogo Émile Durkheim, a sociedade pode ser comparada a um corpo biológico, por ser, assim como esse, composta por partes que interagem entre si de forma coesa e igualitária. Não obstante, sabe-se que muito tempo as comunidades indígenas ficaram omissas frente às oportunidades do mundo globalizado. Embora casos de exclusão ainda exista, a comunidade indígena pataxó, é um grande exemplo de possibilidade e capacidade de compactuar com a globalização sem perder sua identidade cultural.
A priori, é válido ressaltar que a figura do índio é um marco na história do Brasil, símbolo de bravura e sempre passada de geração em geração, sem perder seu caráter heroico e identitário. Mas, com o passar do tempo, surgimento de novas evoluções tecnológicas, ingressão na faculdade, mercado de trabalho, assuntos como esses foram e tem sido um impasse para algumas comunidades, portanto, sem muito ou nenhum acesso para algumas, tanto pelo seu linguajar diferenciado e próprio de cada comunidade, quanto às características das tribos. Frente que, o Brasil, possui seu ensino mecanizado e para atender a demanda da maioria.
A posteriori, ainda sob mesmo ângulo, a comunidade pataxó mostra a capacidade de ingressar no mercado de trabalho, a exemplo, com serviços de hotelaria, aluguéis de barraca, entre outros. Além de não perder sua essência, sendo agricultores e pescadores para subsistência da tribo. Ademais, a comunidade pataxó, em sua maioria, fala português e seu vocabulário da língua pataxós, para que seja uniforme o ensino. Dessa forma, há pelo menos uma escola na tribo que ensina a essência e valores próprios, dando ênfase cultural nas disciplinas de matemática, história e geografia, e a partir do sexto ano eles podem frequentar as escolas do município.
Dado o exposto, e de acordo com a comunidade indígena pataxó, para que todo corpo social indígena se torne coeso e igualitário, conforme Durkheim citou. É necessário que haja essa integração em todas as comunidades indígenas do Brasil, sendo conectadas ao mundo globalizado de forma a não perder seu caráter de identidade. Além disso, o Governo Federal deve ampliar as escolas de ensino cultural indígena, além de disponibilizar equipe de profissionais - da própria tribo- como forma de ampliar o mercado de trabalho, para que passem o ensino enquanto crianças, de valores, e costumes, para assim, evoluir ao mundo em que todos estão imersos.

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