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O consumismo e seus impactos ambientais

A revolução industrial do século XVIII elevou a produção de forma significativa. Com isso, milhares de pessoas puderam comprar produtos antes restritos às classes mais ricas. Destarte, se iniciou o alto consumo de bens e serviços, crescendo assim o chamado consumismo. Sendo esse, o principal fator para a ampliação de problemas relacionados à produção de lixo, como o descarte de resíduos sólidos e a permanência dos lixões no país.


Em primeiro lugar, é importante destacar que o Brasil é o quarto maior produtor de resíduos sólidos do mundo. E, alertando para o alto grau de consumo e descarte incorreto dos mesmos, o cartunista Ziraldo traz a seguinte frase como reflexão: ‘’Só jogue no rio, ou no mar, o que o peixe pode comer’’. Retratando assim, o avanço consumista do século XVIII, que reflete atualmente nos prejuízos consideráveis causados à população marinha, bem como a toda cadeia ecológica existente no ambiente terrestre.


Além disso, o Brasil é um dos maiores produtores de lixo e também o que menos recicla. Favorecendo uma realidade cada vez mais comum: os lixões; esses, ainda existentes em várias cidades do país. Se tornando assim, um problema de saúde pública, contaminando águas subterrâneas, aumentando os meios para propagação de doenças e contribuindo para o aquecimento global.


Desse modo, é notório que o consumismo é um agravante para a produção de lixo. E esse, por sua vez, traz conseqüências drásticas a todo o ecossistema. Assim, é mister que o Ministério do Meio Ambiente, juntamente com a mídia, por meio de campanhas publicitárias, apoiem e incentivem a população para a prática dos 3 R’s ( reduzir, reutilizar e reciclar) a fim de que haja uma menor produção de lixo, bem como a diminuição do número de lixões existentes.

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