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O consumismo e seus impactos ambientais

Criado no século XV, o sistema econômico capitalista foi adotado pela grande parte dos países e perpetou-se chegando nos dias atuais. A sua intensa modernização, ao passar do tempo, acarretou em significativas transformações nas relações de consumo, entre eles, o surgimento do hábito de adquirir produtos e serviços sem precisar deles, o consumismo, caracterizando-se como uma prática preocupante e inconsciente dentro da sociedade atual. Diante disso, entender os fatores que provocam seu pronlongamento, como a alienação social na mudança no modelo comportamental vigente e a pouquidade de leis que possam evitar os danos ambientais do consumismo, faz-se necessário para a resolução desse grave problema.


A priori, a negligência social no reconhecimento do estilo de vida consumista desacerbado corrobora o fortalecimento dessa prática. Tal ação foi influenciada e consolidada pelo modo de viver americano (American Way Life), que incutiu a ideia da felicidade pelo consumo, e que tem ocasionado frustações pela busca por algo efêmero e nunca tangível a pessoas que seguem este estilo. Tal perspectiva é retratada no documentário "Minimalism", distribuído pelo Netflix, o qual mostra o estilo de vida minimalista, que possui como principal objetivo combater a cultura do consumo incosciente que sustenta o modo de viver da maioria das pessoas. Desse modo, nota-se a importância de se conhecer as consequências sociais desse estilo de vida.


Concomitante a isso, outro fator que deve ser ressaltado é a ineficiência estatal na ampliação de leis que possam previnir os efeitos do consumismo ao meio ambiente. Mesmo com a presença do Brasil na Agenda 21 (lista de objetivos para um desenvolvimento sustentável nacional) criado pelo ONU e implementada em 2003, o desmatamento, a mineração e diversas outras práticas predatórias, oriundas da busca por matéria-prima para o abastecimento do mercado consumidor (que possui uma alta demanda por conta da prática consumista) colabora com danos inreparáveis ao meio ambiente. Nessa óptica, vê-se, por consequência, a necessidade da amplificação de políticas públicas pelo governo nesse setor.


Portanto, urgem medidas necessárias para contornar essa problemática. Em primeiro plano, cabe as organizações que lutam contra contra o consumismo inconsciente (como a ONG Cordaid) realizar campanhas informacionais, em especial nas redes sociais onde se encontra grande parte dos consumidores atuais, sobre as consequências dessa prática na vida das pessoas, por intermédio da participação de psicológos especialistas em comportamnento social, a fim de que se tenha debates mais amplo sobre o assunto dentro do corpo social brasileiro. Em segundo plano, cabe ao Poder Legislativo propor leis mais eficientes que conservem (uso sustentável) os recursos presentes no meio ambiente, por meio da colaboração de ambientalistas prestigiados na elaboração dessas políticas, para que assim os efeitos do consumismo não sejam tão negativos a esse setor da sociedade.

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