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O avanço do e-commerce no Brasil

          Em uma perspectiva contemporânea, a memorável ideologia de Steve Jobs retrata a importância dos aparelhos eletrônicos para as relações sociais do século XXI, bem como a justificação da recorrência das plataformas digitais pelos cidadãos hodiernos, ilustrando como o mecanismo informacional influencia a cultura e, sobretudo, a economia. Assim, segundo ele ‘’a tecnologia move o mundo’’, sendo essa máxima facilmente aplicada ao cenário do avanço do e-commerce no Brasil, uma vez que a dinâmica capitalista corrobora a concepção de consumo. É mister analisar, portanto, não só a relevância de tal viés mercadológico, mas também os entraves gerados para as lojas que ainda não aderem essa modalidade.


          A princípio, faz-se imprescindível ponderar que as compras virtuais têm sua essencialidade centrada no conforto e na comodidade dos consumidores, facilitando o viés econômico da sociedade civil, principalmente a partir da década de 70. Isso porque, com o advento da Revolução Informacional, as relações sociais foram ampliadas pela tecnologia, incentivando, por conseguinte, tanto a expansão das telecomunicações quanto a acessibilidade aos indivíduos fomentadas por esse novo padrão crescente de vida, já que as pessoas iniciaram o manuseio dos aparelhos eletrônicos. Nesse sentido, evidencia-se que o e-commerce é uma maneira promissora de viabilizar a economia contemporânea no Brasil.


          Em contrapartida, quando há a exclusão das lojas físicas, alguns problemas podem assolar a dinâmica capitalista, contribuindo com a desigualdade existente nos modelos mercadológicos. Dessa forma, o término da Guerra Fria, em 1991, adjunto ao ideal informacional já presente, norteou a disseminação da compra rápida pelos países ocidentais, inclusive no território brasileiro. A partir disso, as pessoas se veem na escolha de usufruir a comodidade das lojas virtuais, haja vista que o cotidiano efêmero as instiga a tal. Nesse prisma, a falta de propagandas, nos meios comunicativos em geral, que incentive a transição do comércio convencional ao on-line ocasiona o afastamento das unidades físicas à economia digital, o que agrava, ainda mais, a conjuntura relacionada à carência de consumidores para a aquisição dos produtos. Enfim, haver a implementação dessa modalidade é primordial para incluir as lojas físicas no padrão de vida viabilizado pelo capitalismo.


          Torna-se claro, em suma, que o impasse advém de fatores midiáticos. Logo, a fim de propagar a importância do e-commerce e incentivar as unidades físicas a adentrar nessa realidade econômica, urge que o Ministério da Tecnologia dissemine, nos meios comunicativos, o cenário de expansão do viés informacional e capitalista, evidenciando, assim, as oportunidades que o ambiente digital proporciona. Essa medida será realizada por meio de propagandas nos canais abertos, instigando, dessa maneira, a inserção do público atuante no setor de serviços. Feito isso, a ideologia de Steve será efetiva na comunidade brasileira.  

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