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O avanço do e-commerce no Brasil

    O filósofo Jean-Paul Sartre dissetou acerca do comportamento coletivo, evidenciando esse como caminho para o real progresso de uma nação, a fim de alcançar o bem-estar social. Análogo a isso, nota-se, no Brasil hodierno, um aumento significativo das vendas online, criando novas oportunidades com o comércio digital, e gerando desafios para lojas de varejo tradicionais. No entanto, deve-se analisar as causas e benefícios desse comércio, bem como suas consequências.


    Em primeiro lugar, é importante discorrer sobre o que levou a ascensão do e-commerce e seus benefícios. Nesse sentido, esse tipo de comércio é diretamente proporcionado pela Era da informação, que, com o avanço das tecnologias de comunicação, tem o objetivo de tornar a vida humana mais prática e com menos esforços, o que gera comodidade, atendendo uma característica humana, que, segundo uma pesquisa da Simon Fraser, é a preguiça. Ademais, não se pode deixar de destacar que os meios digitais proporcionam uma democratização de iniciativas empreendedoras, devido ao mínimo capital inicial necessário para vender online, segundo a EcommerceBrasil.


    Por outro lado, é válido debater as consequências negativas dessa faceta. Nessa perspectiva, segundo a comschool, embora tenha tido um aumento de 40% no último ano, o comércio online está apenas absorvendo os consumidores tradicionais, e não gerando novos negócios, nesses casos, as lojas mais prejudicadas são as de varejo, como lojas de shopping, que se não se adaptarem não irão sobreviver. Paralelamente, se deve destacar que a internet criou um ambiente que favorece ação de atividade criminosas, como o caso da "Deep web", com mercados negro que vende desde drogas até armas. Outrossim, é vultoso salientar o papel que as agências de inteligência têm em mitigar os efeitos negativos desse tipo de comércio.


    Torna-se claro, portanto, a importância do e-commerce na atualidade, sendo necessário protegê-lo e amplia-lo. Para isso, urge que o Governo Federal, juntamente com o Poder Legislativo e especialistas de informática, elabore um plano de incentivo e proteção do comércio digital, esse plano contaria com a elaboração de oficinas de empreendores, em parceria com o SEBRAE, em cidades de grande e médio porte, com a finalidade de ampliar o número de empreendedores, e, consequentemente, a geração de renda extra, e contaria com uma ampliação dos poderes de agências como a Polícia Federal para conter crimes digitais. Isso pode ser aprovado por meio de um Projeto de Lei, e aumentaria o bem-estar social, o que vai ao encontro da teoria do filósofo francês.

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