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O aumento do trabalho informal no Brasil

  A informalidade do trabalho no Brasil é datada do século XIX, uma vez que no sucedimento da abolição do trabalho escravo, decorreu a introdução de milhares de alforriados desempregados no mercado de trabalho, gerando o contemporâneo posto de trabalho informal. Hodiernamente, em analogia ao contexto histórico do país, os registros das atividades autônomas são fatores crescentes e demasiados, visto que a urbanização incontida e a alta taxa de desemprego são dois grandes fomentadores desse óbice.


  Em primeira análise, observa-se que o desregrado crescimento urbano tem condicionado países pobres ou emergentes como o Brasil a aumentarem o número de cidadãos que realizam atividades informais na busca pelo próprio sustento. Sendo assim, tal fato é indubitavelmente fundamentado pela notória inacessibilidade absortiva do quantitativo populacional em conformidade ao fluxo do mercado de trabalho. Seguindo essa linha de raciocínio, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 80% da população no país vive nas áreas urbanas, o que leva a induzir que tamanha exorbitância fomenta o aumento da informalidade massiva e a insuficiência do sistema empregacional.


   Em segunda análise, os altos índices de desemprego no setor formal, conforme pesquisas divulgadas pelo IBGE, suscita uma excedente inserção de indivíduos sem vínculos empregatícios ou registros formais no setor privado. Destarte, trabalhadores autônomos apresentam uma série de estabilidades devido, inclusive, à negligência e complacência governamental na democratização da qualificação profissional, visto que tal competência tornou-se pré-requisito indispensável para a conquista de vagas em diferentes áreas de atuação mercado, o que estimula para mais a atenuação do desemprego.


   Em suma, após a compreensão dos fatos evidenciados anteriormente, propõe-se que o Governo Federal elabore políticas públicas que busquem reverter o quadro de desemprego, passando a garantir as empresas mais contratações. Tal finalidade seria alcançada através da instauração de programas gratuitos de assistência, que contaria com a ministração de cursos de qualificação profissional. Ademais, urge que o Poder Executivo invista no planejamento urbano e na infraestrutura das cidades, a fim de obter-se um nível satisfatório de distribuição de renda. Com isso, será possível reverter esse cenário de informalidade e o país venha a se desenvolver de forma justa e isonômica, transfigurando o que ocorreu após a abolição da escravatura.

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