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O aumento da expectativa de vida como desafio no Brasil

Em primeiro lugar, a sociologia de Émile Durkheim enfatiza as patologias nas sociedades contemporâneas. Todavia, aborda a solidariedade dos agentes sociais. De acordo com tal teoria, existe uma força coercitiva capaz de agir sobre os indivíduos. Nessa perspectiva, com a participação do Estado e das instituições sociais, torna-se possível analisar, compreender e propor estratégias que viabilizem o desenvolvimento econômico em meio ao aumento da expectativa de vida, como também o papel da educação na promoção de oportunidades para a geração de empregos.
A saber, as crises políticas, econômicas e sociais são fatores condicionantes que dificultam a quitação do deficit da previdência social, além da formulação de medidas para arrecadar mais dinheiro. A justificativa desse quadro embasa na interação anômica das instituições modernas, ou seja, o Estado e os grupos sociais. Sob tal ótica, a falta de políticas e leis que disponibilizem maiores ofertas de empregos para a movimentação da economia colocam em primeiro plano essa deficiência estrutural. Como reflexo disso, o mecanismo criado pelo governo para tentar equilibrar as contas da previdência afeta de forma negativa os cofres públicos do país, que terá que disponibilizar mais recursos durantes maiores intervalos de tempo.
Por outro lado, pesquisas realizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam a necessidade de abordar a questão da expectativa de vida como primordial para o desenvolvimento da nação. Entretanto, é possível equilibrar e garantir essa evolução com a disponibilização de cursos profissionalizantes, além de decretos que garantem vagas de empregos nas empresas públicas e privadas. Além disso, Durkheim considera a sociedade como um organismo vivo de tal forma que o bom funcionamento do todo dependa da integração das partes. Nesse sentido, o Estado, no papel de mentor, deve estar em consonância com os membros sociais, utilizando a mão de obra dos jovens para resguardar a carga das pessoas aposentadas.
Torna-se evidente, portanto, que a participação da população e as relações sociais são fundamentais para arrecadar mais dinheiro para os cofres estaduais. Como forma de garantir isso, cabe ao Ministério da Educação e Cultura implementar nas escolas turnos de aprendizagem profissional nas empresas locais, preparando, assim, o jovem para o mercado de trabalho. Para isso, a legislação deve incumbir de criar projetos e leis para acolher este segmento social no mercado vigente. Assim, é possível inferir que a educação é essencial para o progresso econômico, mesmo considerando elevada expectativa de vida. Ademais, a sociedade deve utilizar as redes sociais com o propósito de mostrar a importância dos jovens no contexto econômico, elucidando e estimulando a participação de todos os membros sociais.
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