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O agronegócio como ameaça ao meio ambiente

A Constituição Federal de 1988 garante a todos o direito a um ambiente ecologicamente equilibrado, impondo-se ao poder público e a coletividade o dever de preserva-lo. Porém, é evidente que isso não é respeitado no que tange ao avanço do agronegócio. Diante disso, verifica-se que as principais causas desse problema estão ligadas à ganância humana e a inércia populacional, o que torna sua resolução dificultada.


Primordialmente, é preciso destacar que o fator mais influenciável na destruição do meio ambiente em razão do agronegócio, está na ganância dos agricultores e pecuaristas. De acordo com Karl Marx, em um mundo capitalizado, a busca pelo lucro ultrapassa valores éticos e morais. Nessa linha de pensamento, nota-se que na busca por dinheiro, as pessoas desmatam e ateiam fogo nas áreas florestais, para que possuam mais terras disponíveis para plantação e criação bovina.


Da mesma forma, a inércia populacional faz com que o aumento nos números de áreas devastadas, seja frequente. Segundo Zygmunt Bauman, nenhuma sociedade que esqueceu a arte de questionar pode esperar respostas para os problemas que a afligem. Por essa ótica, vê-se a importância de debates em torno da preservação do meio ambiente, cobrando do governo medidas para conter a expansão do agronegócio nos lugares que ainda estão preservados.


Portanto, medidas precisam ser tomadas para que se chegue à resolução do problema. Por isso, a comunidade deve apoiar os ativistas, pressionando o Governo Federal, órgão responsável por gerir a nação, para que o mesmo reforce as fiscalizações e puna os envolvidos em crimes ambientais, a fim de que se sintam ameaçados e cessem a destruição em prol da agropecuária. Além disso, devem ser criadas palestras que mostrem os prejuízos que as pessoas estão sujeitas se a preservação não for um tema de interesse a todos.

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