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O agronegócio como ameaça ao meio ambiente

Desmatamento. Aquecimento global. Queimadas: o agronegócio como ceifeiro dos biomas brasileiros. Embora o Brasil faça parte do acordo de Paris, para reduzir os gases do efeito estufa, o avanço do agronegócio dificulta o cumprimento da cartilha do tratado. Deve-se, portanto, analizar como a negligência do Estado aliado ao capitalismo ajudam a perpetuar tal problemática.


O Governo é o principal responsável pela redução da biodiversidade e ameaça de extinção dos biomas do país. Isso porque, por não possuir leis eficazes, a agricultura avança cada vez mais as fronteiras naturais, causando inúmeras consequências, como, por exemplo, o desmatamento e as queimadas no Cerrado, que, segundo o Ministério do Meio Ambiente(MMA), já possui cerca de 57% do seu território devastado.


Além disso, segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, a pecuária é a principal ameaça para o meio ambiente. Uma vez que, por ter uma expressiva participação na economia do país, ela tem um amplo financiamento por empresas prividas, que, por serem capitalistas, apenas visam o lucro e ignoram as consequências ao meio ambiente. Exemplo disso é o avanço da pecuária, e, consequentemente, a destruição da fauna e flora, na Amozonia.


Torna-se evidente, portanto, que medidas devem ser adotadas para minimizar os efeitos do agronegócio nos biomas do país. O MMA, em parceria com ambientalistas, deve, por meio do Poder Legislativo, reformular as leis ambientais, deixando-as mais rígidas, com o objetivo de preservar e conservar o meio ambiente. Essa lei deve obrigar, e punir o não cumprimento dela, com multas altíssimas, empresas do agronegócio a usarem métodos mais sustentáveis, como, por exemplo, redução das queimadas. Com isso, o Brasil emite menos C02 para atmosfera, cumprindo o acordo de Paris.


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