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O agronegócio como ameaça ao meio ambiente

O desenvolvimento econômico e a promoção de melhores condições de vida são objetivos a serem socialmente alcançados. No entanto, quando não há medidas interventivas estatais, a exploração ocorre de forma desordenada e danosa ao meio ambiente. Nesse contexto, o avanço do agronegócio no Brasil é sórdido reflexo dessa realidade, que além de ameaçar espécies, causam a redução drástica dos biomas brasileiros.
Convém ressaltar, a princípio, que o agronegócio representa o maior vetor de risco para os biomas brasileiros no que tange à perca da biodiversidade e extensão territorial, conforme pesquisas do MMA (Ministério do Meio Ambiente). É indubitável, portanto, que os parâmetros constitucionais, que ratificam o dever do poder público na preservação e manutenção da diversidade biológica, não são adequadamente cumprido no país, uma vez que inexiste um monitoramento e controle efetivo da ação privada. Nesse sentido, a mediação do interesse econômico com o ambiental é imprescindível para proteção o patrimônio natural.
Além disso, outro aspecto negativo advindo da expansão do agronegócio é redução abrupta territorial dos biomas. Nesse contexto, verifica-se que apenas entre 2014 e 2015 o cerrado brasileiro perdeu 3,5 metros quadrados de vegetação nativa e, por conseguinte outros problemas ambientais são agravados como o aquecimento global, visto que o referido ecossistema é um grande sequestrador de dióxido de carbono. Segundo a ideologia do escritor Johann Goethe, a maior necessidade de uma Estado é de governantes corajosos, portanto é incontrovertível que mecanismos governamentais desempenham papel importante para transformação da conjuntura vigente.
Dessarte, visando frear os impactos ambientais gerados pelo agronegócio, é mister a tomada de medidas. O Ministério do Meio ambiente deverá melhorar o gerenciamento do setor no país. Isso poderá ser feito mediante o estabelecimento preciso das propriedades privadas e o monitoramento de suas atividades, a fim de que não haja apropriação de áreas naturais e perca da fauna e flora. Ademais, devera fomentar as pesquisas cientificas, por meio de incentivos fiscais, para melhorar a produção sem haver a necessidade de desmatamento. Assim, aumentam-se as chances de conquistar os objetivos do desenvolvimento sustentável fiel ao estipulado na Constituição Federal.
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