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O abuso de poder e de autoridade no Brasil

Desde o iluminismo, com a Criação dos Direitos do Homem e do Cidadão -Promulgado pela Organização das Nações Unidas em 1948- entende-se que uma sociedade só progride quando um indivíduo se mobiliza com o problema do outro. Entretanto, quando se observa a questão do abuso de poder exercido por autoridades, percebe-se claramente que esse ideal iluminista é constado na teoria e não desejavelmente na prática, e a problemática persiste intrinsecamente ligada à realidade do país em pleno século XXI. Dentro desse contexto, convém analisar suas principais causas e suas reais consequências interligadas diretamente ao problema. 


È indubitável que a questão constituicional e sua aplicação estejam entre a causa do problema. Segundo o Filósofo Grego Aristóteles em sua obra -Dialética do Conhecimento-, a política é utilizada, de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. Fazendo uma análogia com esse pensamento antigo, é possível percerber que no Brasil a insuficiência governamental nas tomadas de decisões rompe essa harmônia, haja vista, à necessidade em punir infratores que se beneficiam de cargos de autoridade para manipular e abusar de indivíduos supostamente inferiores, seja por questões econômicas, sociais ou para livrar-se de possíveis problemáticas públicas. Assim, por consequência disso, grande parte dos indivíduos com poder aquisitivo e Federal criam situações de mobilidade para segregar e negar cumprir tal fato imposto por uma pessoa abaixo do seu nível acadêmico, somado a humilhação e palavras de ofensas para satisfazer seu egoísmo.


Faz-se mister, ainda, salientar a questão social como fator impulsionador dos abusos de poder no país. De acordo com pesquisas realizadas pelo jornal O Globo, em 2019, a cada três notificações emitidas pela polícia do Estado do Rio de Janeiro , um delas insere-se em complicações de abuso das autoridades políticas. Com tudo isso, torna-se notório que o excesso de prestígio social eleva a sensação de superioridade pessoal, fazendo com que determinadas pessoas sinta-se melhor que outras devido sua situação de empregabilidade, negligenciando o bem estar social, no qual necessita dos três poderes, legislativo, executivo e judiciário para intermediar a nação em suas questões éticas. Diante do exposto, torna-se negligente que um país liberal ,ainda, adote medidas conservadoras ao propor a igualdadede entre autoridades nacionais, promulgado pela Constituição Federal de 1988.


Fica evidente, portanto, que há entráves para a solidificação de políticas harmonicas visando o bem populacional. Destarte, o Governo Federal -como um todo, em parceria ao poder legislativo, deve aastar autoridades que usam seu auxílio autoral para benefício próprio , por meio da cassação do cargo exercido pelo determinado indivíduo , com a intenção de diminuir gradativemente o número de pessoas com sentimentos de superioridade em detrimento do bem comum, a fim de elevar a igualdade entre os homems determinando que todos são iguais, na medida em que o respeito aprimore a qualidade de vida populacional,sendo assim atingindo o ideal iluminista questionado na modernidade.

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