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O abandono de idosos no Brasil

O artigo 5º da Constituição Federal de 1988 defende que todo o cidadão tenha direito a saúde, lazer, moradia, alimentação e de uma previdência social. Apesar disso, problemas sociais, como o abandono de idosos, impedem que tal artigo seja cumprido. Outrossim, percebe-se a configuração de um cenário pernicioso, causado não só pelo individualismo, mas também pela falta de valorização do idoso, prejudicando, assim, sua qualidade de vida. 
Em primeiro plano, é crucial pontuar a desvalorização do idoso como agente principal da problemática. Na obra “Cidadão de Papel”, o jornalista Gilberto Dimenstein defende que as leis para assegurar os direitos do cidadão existam, porém, não são devidamente executadas. De maneira análoga, percebe-se que o idoso se encaixa nesse perfil, já que, de acordo com o site issoe.com.br, o número de pessoas com idade avançada que são deixados em abrigos públicos chegou ao número de 60 mil, resultando no abandono familiar e em gastos para o estado. 
Ademais, o individualismo está relacionado diretamente com o tema. Na obra “Amor líquido”, Zygmunt Bauman defende que a pós-modernidade receba grandes influências do egocentrismo. Em virtude disso, há, como consequência, a falta de empatia, pois para se colocar no lugar do outro, antes é necessário parar de olhar apenas para si. Nessa perspectiva, essa liquidez flui sobre a questão do tema, uma vez que os idosos necessitam de cuidados especiais de terceiros para viverem plenamente. 
Portanto, com o intuito de frear a problemática, é necessário que a Secom (secretaria especial de comunicação social) crie uma campanha de conscientização sobre a qualidade de vida do idoso, por meio de publicidade televisiva, panfletos, pôsteres e artigos na web, mostrando a importância do idoso para a construção da sociedade atual e revelando casos de abandono familiar e do estado emocional que ele apresenta, com a finalidade de denunciar esses casos e causar impacto na sociedade, de modo que a imagem do idoso seja mais valorizada. Assim, os casos de abandono familiar do cidadão provecto irão diminuir gradativamente, respeitando a constituição de 1988. 

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