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O abandono de idosos no Brasil

   O conceito de entropia, da física, mensura o grau de desordem em um sistema. Ademais, no contexto hodierno, a prática inexistente do Estatuto do Idoso mostra-se uma sociedade desordenada, principalmente, no que tange ao abandono dos idosos, em virtude da negação do direito humano por parte da família, bem como pelo Estado. Logo, é necessário avaliar os desdobramentos e consequências desse problema.
   É importante analisar, de início, a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) que prevê, fundamentalmente, o direito de ter preservado a sua  integridade física e mental. Entretanto, em 2017, cerca de 61 mil idosos ficaram desamparados nos abrigos públicos, segundo o site de pesquisa Istoé. Assim, nota-se que os direitos desses idosos  são negados, essencialmente, aos de baixa renda.
   Além disso, a expressão Corridas dos ratos, popularizada pelo livro “Pai Rico, Pai Pobre”, descreve a excessiva dedicação ao trabalho que, muitas vezes, o trabalhador não se importa com outras áreas da vida, como os familiares. E, com isso, a ideia de Bauman sobre a Modernidade Líquida torna-se notório, visto que, de fato, as relações são efêmeras e os familiares têm prazo de validade.
   Insere-se, portanto, medidas mais eficazes para minimizar essa problemática. Tais como a DUDH assegurar o direito à dignidade dos idosos, através de redes midiáticas, a ideia é que, por um meio mais didático as informações sobre o abandono de idosos sejam repassadas para a comunidade. Ainda mais, o Estado deve pôr em práticas as leis já sancionadas, por meio de fiscalizações rígidas com os órgãos públicos, como a polícia local. Afinal, garantir a conscientização do corpo social e progredir no futuro mais empático.

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