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Mulher e sociedade contemporânea

Evidentemente, a violência, o desrespeito e o preconceito contra as mulheres estão caminhando para sentidos contrários ao esperado, tendo em vista o crescimento da diferença salarial de 73,7% para 72,9% segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Bem como o aumento dos casos de estupros e abusos sexuais, os quais são registrados mais de 180 estupros por dia segundo a Folha de São Paulo. Portanto, dado aos fatos se têm que a sociedade está presa ou regredindo ao passado, o qual era preconceituoso e machista, assim como, evidenciado pela escritora britânica Virgínia Woolf “Pela maior parte da História, ‘anônimo’ foi uma mulher.”

Primeiramente, a sociedade patriarcal promove o desrespeito com as mulheres, determina o julgamento de culpadas por estupros ou abusos sexuais, assim, transforma-se o meio social em algo depravado. Conforme os dados do estudo publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), destaca-se o pensamento machista e repulsivo da maioria majoritária da sociedade, uma vez que 65 % da sociedade Brasileira concorda que as mulheres que se vestem com roupas vulgares, merecem ser atacadas. Esses pensamentos que acabam por influenciar crianças, preservando o pensamento machista e subjugador pra com as mulheres.

Por conseguinte, tem-se a presença de novos casos de abusos sexuais, os “encoxamentos”, esses que significam o ato do homem de se esfregar em partes como glúteos ou seios femininos que decorrem da influência da sociedade patriarcal, a qual insinua que o homem não deve controlar os apetites sexuais, de acordo com a pesquisa realizada pelo IBGE. Segundo G1, os “encoxadores”, assim chamados os assediadores, passaram a publicar na internet gravações dos atos e depravando a imagem da mulher assediada, e ainda demonstra a mente de muitos homens, os quais acham seus atos são justificáveis apenas pela roupa utilizada pela vítima.

Entretanto, a sociedade ainda está voltada ao passado e a cada dia regredindo aos costumes depreciativos e machistas para com as mulheres, assim seguramente assumindo que a culpa não deve sobre cair nos ombros femininos, mas sim sobre a sociedade conservadora, patriarcal e arcaica que anos de tradições construíram. Logo conclui-se que a solução, por certo, deverá ser a intervenção educacional, em que o Ministério da Educação (MEC), reformulará o currículo escolar dos ensinos fundamentais e médios do país. Portanto incluindo e destacando os feitos das mulheres nos meios científicos, políticos, econômicos, educacionais e empresariais, e adicionando a educação sexual a grade curricular, a qual atentará as crianças para o certo e o errado sobre as atitudes tanto delas como para com elas, e por conseguinte a sociedade se tornará respeitável e igualitária para todos.

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