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Mulher e sociedade contemporânea

A música “Maria, Maria”, de Milton Nascimento, ilustra, categoricamente, a mulher brasileira e sua força. Análogo a isso, realmente para ser mulher na sociedade contemporânea é preciso muita força e garra. Isso porque mesmo depois de todas as lutas feministas, ainda ocorre uma desvalorização com o sexo feminino que sofre com uma diferença salarial e com a violência diária.


Em primeiro lugar, a Constituição Federal de 1988, no artigo quinto diz que homens e mulheres têm os mesmos direitos e deveres presentes na Constituição. No entanto, no âmbito trabalhista não é isso que ocorre no que se refere ao salário. O site de empregos Catho realizou uma pesquisa, no ano de 2018, com oito mil profissionais e o resultado mostrou que a diferença salarial chega a quase 53%. Portanto, conclui-se que não há pretextos sobre a diferença salarial, exceto, a discriminação e inferioridade.


Outrossim, um dos fatores que mostra a dificuldade de ser mulher hodiernamente é a violência. Mesmo com a Lei Maria da Penha que visa coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, os índices de violência doméstica são estarrecedores: 1,6 milhão de mulheres sofreram tentativa de estrangulamento ou foram espancadas nos últimos 12 meses, dados de 2019, coletados pelo Datafolha.


Em razão do exposto acima, torna-se necessário que os representantes do povo promovam políticas educativas sobre valorização dos direitos humanos e equidade de gênero. Essas políticas educativas poderão ser realizadas por meio de conferências realizadas por mulheres da área do direito com a finalidade de diminuir os índices supracitados e dar voz a quem tem o lugar da fala fazendo com que a mulher conquiste seu espaço na sociedade.

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