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Meios para superar o analfabetismo funcional
"Tanto jornal, tanta rádio, tanta agência de informações e nunca a humanidade viveu tão às cegas. Cada hora que passa é um enigma camuflado por mil explicações". Nesse contexto de Miguel Torga, percebe-se que o analfabetismo funcional no Brasil é um assunto bastante comentado nos dias atuais, visto que a temática está acessível a muitos, porém, poucos sabem, consideravelmente, seus veros contratempos.
Relativo à incapacidade de decodificação textual, o escritor Torga reputava que nunca a informação esteve tão constrita em si. Segundo o portal de notícias G1, de 2015 a 2017, houve um aumento de 5,9% de analfabetos funcionais nos cursos superiores, dados que evidenciam uma negligência na formação da educação no país. Infelizmente, é indubitavelmente triste observar tal ato em nossa sociedade, o que se torna um descaso inaceitável com a alfabetização dos brasileiros.
Outrossim, a falta de conhecimento adequado sobre a leitura e a prática da escrita deixa evidente o aumento de incapacitados no Brasil. Conforme o jornal Folha de São Paulo, entre 10 pessoas, 4 ou mais possuem dificuldades para ler e escrever. Relato inadmissível para um país altamente globalizado passar por uma inadequação no sistema educacional e não oferecer recursos para desconstruir esse problema, sob pena de prejuízo a toda sociedade.
Infere-se, portanto, que o Governo Federal, juntamente com o Ministério de Segurança, que é um importante órgão público, por meio de verbas governamentais, promovam campanhas educacionais que incluam propagandas televisivas, entrevistas com professores em jornais e debates entre especialistas em ortografia, alunos e pais, a fim de não apenas exteriorizar, mas também clarificar esse impasse. Objetivando, assim, uma maior participação da população para superar o analfabetismo.


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