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Meios para o controle do lixo gerado no Brasil

No Brasil contemporâneo, observa-se um aumento das discussões, principalmente na mídia e nas redes sociais, a respeito do descarte do lixo. O problema surge pois o manejo incorreto dos resíduos agrava problemas ambientais e dissemina doenças. Desse modo, deve-se analisar fatos, e medidas devem ser tomadas afim de amenizar os inconvenientes.


O rejeite irregular de despojos é, sem dúvida, um dos pilares da potencialização do desequilíbrio ambiental, pois lixo decartado em solos arenosos, com pouca cobertura vegetal ou alto índice de pluviosidade pode contaminar os lençóis freáticos - reservas subterrâneas de água da chuva - essenciais para o ciclo da água (torna-se parte do corpo dos rios e mares, sofrem consequente evaporação e se precipitam em forma de chuva) que se desiquilibra, tornando a água disponível na superfície escassa e, até mesmo, imprópria para o consumo humano. Portanto, a gerência do descarte é fundamental para a manutenção da saúde do planeta.
Outrossim, doenças infectocontagiosas tem sua disseminação favorecidas. Animais, vetores de enfermidades, se repodruzem e se alimentam da escória descartada pelos humanos sem qualquer controle. Cisticercose, febre tifóide e peste bulbônica são exemplos de patologias que têm suas causas ligadas diretamente ao lixo e podem causar estragos imensos a populção humana, como no caso da última doença citada, que chegou a dizimar cerca de um terço da população mundial na Idade Média. Além de causar problema ambientais, o lixo irregular é uma ameaça iminente a saúde da população, principalmente, urbana.


Portanto, é indispensável a tomada de medidas para gerenciar o decarte de lixo. Edgrabski afirmou que guardar um papel de bala em seu bolso ao invés de jogar no chão é prova de amor a natureza, provando que descartar lixo não é uma questão individual, mas sim um problema coletivo, o que sugere que a solução parte de uma mudança de postura da população e do governo, visto que o governo é o principal responsável por manter a ordem pública. Não basta que apenas as escolas discuntam o problema, educação familiar, levando a discussão dos rejeitos para dentro das casa, e programas de incentivo a reciclagem, como o aumento do númedo de postos de coleta seletiva e subsídio a processos de recuperção de resíduos, são os grandes agentes capazes de mudar a realidade do problema, uma vez que frearia o crescimento da população de vetores de doenças e não compremeteria os lençóis freáticos.

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