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Meios para o controle do lixo gerado no Brasil

O escritor austríaco Stefan Zweig, na obra “Brasil, país do futuro”, examina com otimismo o porvir da nação tupiniquim. Conquanto, o Brasil do século XXI está longe de corresponder a tal estereótipo idealizado pelo autor, visto que a falta da coleta de lixo ainda é um problema recorrente brasileiro. Destarte, tanto o consumismo quanto a globalização como impulsionadores do problema. Logo, faz-se necessário resolver os entraves, a fim de criar meios para o controle do lixo gerado no Brasil.


 Em primeira análise, vale destacar que segundo Milton Santos, geógrafo brasileiro, a globalização pode ser considera perversa, já que promove a elitização das cidades e a concentração de recursos nas áreas mais ricas. Nesse sentido, a segregação socioespacial promove, em diversos municípios e periferias, o depósito de resíduos a céu aberto.


 Ademais, vale ressaltar que o consumismo dificulta a resolução do problema, uma vez que a quantidade de lixo produzido e abandonado nas ruas acaba aumentando. Isso é retratado no filme “Wall-e”, o qual ilustra o cotidiano de um robô criado para retirar o lixo da terra após o lixo ter sucumbido todo o planeta e se tornado inabitável.


 Desse modo, o debate acerca da coleta de lixo no Brasil é imprescindível. Nessa lógica, o Ministério do Meio Ambiente, o qual é responsável pela elaboração de políticas ambientais, deve criar terminais operacionais para o reaproveitamento do lixo, por meio de investimentos governamentais, a fim de diminuir o excesso de resíduos no Brasil. Além disso, é necessário que a mídia execute campanhas para alertar a população sobre o excesso de lixo gerado no país. Feito isso, espera-se que a profecia de Zweig torne-se realidade.

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