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Meios para o controle do lixo gerado no Brasil

Segundo Lavoisier, considerado o pai da química moderna, na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Nesse contexto, entende-se que tanto os fatores bióticos quanto os abióticos passam por ciclos de transformação, tudo em perfeita harmonia. Entretanto, ações antrópicas estão afetando esse equilíbrio ao ignorar o correto destino do lixo gerado em nossa sociedade. Sendo assim, convém discutir acerca da produção excessiva de resíduos em consonância da utilização de lixões que só agravam essa problemática em nosso país.
Primeiramente, a superprodução desse material poluente provém, principalmente, de uma estratégia econômica denominada "obsolescência programada". Desde a Crise de 1929, vários eixos industriais começaram a criar produtos com uma duração de uso pré determinada, alimentando a roda comercial. Por conta disso, há um grande descarte de lixo que tende a acumular nas cidades desprovidas de ações governamentais que solucionem esse mal em nosso cotidiano.
Outrossim, a persistência do nosso governo em utilizar lixões é outro fator que, também, deve ser evidenciado. Um quarto dos resíduos brasileiros são depositados em lixões, diz pesquisa realizada em 2016 pelo jornal G1. Com isso, tal destino representa não só um risco ecológico, devido às altas taxas de produção de chorume (agente químico que contamina o solo e o lençol freático), como também à saúde dos brasileiros que frequentam esses ambientes que são fontes de doenças.
Diante dos fatos supracitados, fica evidente que o Estado, em uma ação conjunta do Ministério da Indústria com o Ministério do Meio Ambiente, deve investir em centros de reciclagem e de compostagem, transformando lixo em algo útil, que, além de incentivar o pensamento de sustentabilidade, solucionam de forma mais efetiva esses depósitos. Espera-se, com isso, que o Brasil reduza drasticamente a produção de lixo.
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