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Medidas para combater a prática de bullying e de ciberbullying na sociedade brasileira

 A série contemporânea "Black Mirror", contextualizada em um mundo globalizado, apresenta os impactos da tecnologia no cotidiano humano, como os das práticas de cyberbullying. Para além da ficção, relativo ao bullying virtual no Brasil, vivencia-se atualmente uma conjuntura análoga às ações dramatizadas na obra moderna, haja vista que a falsa sensação de impunidade, provocada pelo desconhecimento das leis brasileiras, confere ao agressor um ambiente que acolhe os delitos realizados, estes corroboram com o aumento do número de casos de doenças psicológicas de maneira consequencial.


 


 Vale evidenciar, primeiramente, que a possibilidade de anonimato nas redes sociais concede aos praticantes de cyberbullying um meio de disseminação. Segundo dados do Fundo das Nações Unidas pela Infância, 1⁄3 da população juvenil já sofreu crimes virtuais. Nesse âmbito, pode-se observar a negligência relacionada aos deveres que acompanham os direitos básicos declarados na Constituição regente. Isso se configura, principalmente, em um cenário carente de informações acerca da linha tênue entre a liberdade de expressão e delitos de cunho tecnológico, levando os delituosos ao sentimento de impunidade e as vítimas ao de desamparo, pois essas desconhecem canais de ajuda, por exemplo, o "disque 100".


 


 Consequentemente, a fragilidade gerada pelas agressões virtuais corroboram com o aumento do número de casos de doenças psicológicas. De acordo com a Organização Mundial de Saúde- OMS, o número de suicídios teve um crescimento de 10% em uma década. Desse modo, infere-se que os impactos tecnológicos na vida humana não é exclusividade de séries, como Black Mirror, mas estão atrelados à realidade hodierna. Ademais, ainda segundo a OMS, 9 em cada 10 casos de autocídio poderiam ter sido evitados com informações acerca de canais de ajuda, ratificando a importância da divulgação de leis sancionadas e de centros de atendimento às vítimas.


 


 Entende-se, pois, que a desinformação sobre os crimes virtuais corrobora com o aumento do número de casos de doenças psicológicas. Assim, para que haja um declínio na incidência de cyberbullying, urge que o Ministério da Saúde em consonância aos canais midiáticos, por meio de comerciais televisivos e publicações nas redes sociais oficiais do governo, possibilite o acesso às informações não só acerca das punições aos praticantes de delitos virtuais, mas também relacionadas a centros de ajuda às vítimas.

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