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Medidas para combater a prática de bullying e de ciberbullying na sociedade brasileira

Abraham Lincoln, 16º presidente dos Estados Unidos afirma que uma sociedade só avança ao passo que um se sensibiliza com o obstáculo do outro. Todavia, quando se verifica a ação do bullying e ciberbullying, atualmente, observa-se que esse modelo de cooperação é constatado na teoria e não desejado na prática e as dificuldades perduram intimamente coesas com à realidade do Brasil, seja pela insuficiência de medidas contra estes atos, como também pela ociosidade dos pais, responsáveis pelos agressores.

Em primeiro lugar, o pensador e cientista Albert Einstein dizia o seguinte: " Temos que fazer o melhor que podemos. Esta é nossa sagrada responsabilidade humana." De maneira diferente, é possível perceber que no país a carência de medidas contra as práticas do bullying e ciberbullying rompe essa harmonia da frase, haja vista que é indubitável cada vez mais cidadãos prejudicados, principalmente os mais jovens, visto que é o grupo mais representativo de casos relacionados a agressões, via redes sociais ou não, concomitantemente os insultos verbais, até mesmo físicos adjuntos, sendo estes um dos efeitos do problema. Semelhantemente, nota-se a propagação tecnológica como um fator agravante jamais presenciado, pois medidas preventivas no meio virtual é algo de extrema dificuldade, devido a imensa "liberdade" da internet.

Igualmente, destaca-se a ociosidade dos responsáveis como estimulador do obstáculo, de modo que a falta de vigilância presencial e virtual dos filhos, seja o ponto principal de causa. Simultaneamente, a observação nos atos dos que praticam esse crime, bullying, se inicia em casa. Junto a isso, os pais e responsáveis tem a obrigação de agir em prudência, sendo este um dos meios mais seguros de precaução, mas nota-se que essa cautela não é vista entre a maioria das famílias, crescendo, assim, o número de praticantes de tamanho mau.

Fica claro, portanto, a necessidade do ampliamento nas condições de prevenção do bullying e ciberbullying, dando ênfase em novas leis que punem de forma coerente os agressores, principalmente em instituições de ensino, como também campanhas a nível nacional, as quais busquem demonstrar aos pais o quanto essas práticas são prejudiciais as vítimas, podendo ser feito através da mídia que tem grande influência sob a população, além de cartazes espalhados ao redor de locais de frequente circulação de pessoas, como escolas, universidades e postos de saúde, demonstrando neles porcentagens de casos e exemplos. Sendo assim, cabe ao Governo Federal juntamente com o Poder Legislativo implantar tais medidas, desse modo as determinações contra esses crimes irão melhorar gradativamente.

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