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Medidas para combater a prática de bullying e de ciberbullying na sociedade brasileira

Boas-vindas à homeostasia

Discípulo de Platão, Aristóteles, anuía que um suposto problema é, mormente, uma combinação mútua do que o compõe. Hodiernamente, no tocante à questão do bullying e do ciberbullying, tal pensamento permite a compreensão das causas e dos impactos sociais negativos na realidade. Nessa perspectiva, os imbróglios relacionados à liberdade de expressão, bem como os efeitos dos distúrbios psicológicos, devem ser resolvidos dentro de seus respectivos âmbitos.

Em primeira análise, pode-se inferir o pensamento do sociólogo Émile Durkheim, no qual é possível notar que o bullying constituem o conceito de "fato social". Pois, esse entrave, coexiste entre a generalidade, exterioridade e coercitividade dentro da sociedade. Somado a isso, no Brasil, percebe-se a liberdade de expressão sendo fator determinante para a ocorrência das práticas de violências físicas, psicológicas e morais, tendo em vista que tal liberdade condiciona, muitas vezes, os preconceitos contra a orientação sexual, a questão da etnia, a religião. Não obstante, ainda que, a Constituição Federal, assegure o princípio da dignidade humana, as vítimas continuam submetendo-se a essas situações.

Além disso, é mister, colocar-se em pauta a questão dos distúrbios mentais. Uma prova disso é o que retrata a série "Os 13 porquês", onde a personagem principal, Hannah Baker, foi passível de vários tipos de bullying na escola, incluindo o ciberbullying. Acabando, por consequência, a cometer suicídio devido à depressão, às agressões físicas, à falta de orientação escolar e dos pais, e a negligência intrínseca à sociedade brasileira. Dessa forma, é preciso trabalhar essas questões no Brasil para, de fato, não ocorrer isso nas instituições sociais, e para o não agravamento dos distúrbios supracitados.

Portanto, sob o viés aristotélico, medidas são necessárias para solucionar a conjuntura da problemática. Para tanto, é essencial que, o Ministério Público Federal, através da mídia promovam campanhas de conscientização, não só na internet e TV, mas ainda em ONG?s e "blog?s", com o fito de conscientizar e criar um sentimento de identificação na população a respeito dos malefícios causados pelo uso inadequado da liberdade de expressão, tal qual o negligenciamento para com os possíveis desenvolvimentos de psicopatologias - depressão, ansiedade. Apenas assim, tais medidas precatórias irão fortalecer o progresso e a homeostase social.
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