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Medidas para combater a prática de bullying e de ciberbullying na sociedade brasileira
Padrões sociais
O personagem Super-homem criado pelo filósofo Nietzsche determina um ser superior que consegue romper os padrões sociais. Nesse sentido, uma pessoa que pratica o "bullying" é aquele que quer se autoafirma-se na sociedade e ele está bem longe do que poderia ser o Super-Homem, muito pelo contrário, ele mostra a sua fragilidade. Entretanto, no Brasil, a execução do "bullying" nas escolas já é preocupante, mas acaba tornando-se mais um desafio para a educação já que a problemática vai além dos muros escolares, perpetuando, também, nas redes sociais o chamado "cyberbullying", por isso, para combatê-lo de vez cabe analisar os motivos que induz a prática e quais são os seus efeitos nas vítimas.
Em primeiro plano, é preciso considerar alguns fatores que fomentam essa prática do "bullying". Sendo assim, no início do século XXI a humanidade começou a estar diante de avanços tecnológicos, o que acaba dando espaço e facilitador da realização do "cyberbullying". Todavia, tanto no ambiente virtual, quanto no escolar a vítima geralmente torna-se alvo fácil seja pela fragilidade psicológica, seja por questões físicas, étnicas, sexuais, ou de gênero. Diante dessa realidade, quando o agressor encontra alguém fragilizado com referências que pode ser buscado por elementos marginalizados é natural do praticante do "bullying" utilizar isso em busca pelo poder e autoafirmação social. Dentro dessa lógica, tal situação já foi citada pela socióloga Miriam Abramavay, que afirma que as agressões físicas partem, geralmente, de uma necessidade de afirmação, desse modo, isso é um círculo vicioso que gera o "bullying".
Além disso, é cabível enfatizar que são várias as consequências para a vítima que é intimidada. Nesse contexto, o agressor quando agride a vítima de forma constante, consequentemente, causará não só o isolamento no ambiente escolar, como, também, o baixo aproveitamento nas matérias escolares. Sob essa perspectiva, também é incluído os atos de violência que a vítima comete a si mesmo ou ao próximo, causado por algo que já tornou um "estado de violência" difícil de ser combatido. Além do mais, outro efeito da problemática é a vítima quando se encontra com o psicológico frustrado, pensar até no suicídio, como é retratado na história da Obra a "Playlist de Hayden" da autora Michelle Falcoff que descreve a realidade do pensamento de morte provocado pelo "bullying". Dessa forma, tendo em vista todos esses fatos, o Brasil, necessita de uma disponibilização de profissionais nas escolas preparados para acolher as vítimas e ter uma atenção com os agressores.
Torna-se evidente, portanto, adoção de medidas visando a fomentação de debates em solo sobre tal prática permitindo, então, a criação de um canal de comunicação entre aluno e professor, em que a queixa de problemas de dentro e fora da escola podem ser feitos, possibilitando o combate efetivo deles. Em vista disso, o Ministério da educação deve, por intermédio de votações, alterar a grade curricular atual, de tal forma que seja aberto um tempo destinado para que o professor trabalhe termos extracurriculares, e que sejam pertinentes no contexto atual. Dessa maneira, a prática de "bullying" seria amenizada tanto nas redes sociais, como nas escolas e a adoção de debates ajudaria ao agressor a refletir e mudar suas ações, incluindo atitudes semelhantes ao Super-Homem criado por Nietzsche, como buscar romper os padrões sociais.
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