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Medidas para combater a prática de bullying e de ciberbullying na sociedade brasileira

Como disse Einstein, "Tornou-se aterradoramente claro que a tecnologia
ultrapassou a nossa humanidade". Nesse contexto, não há dúvidas de que
o bullying passou a ser algo extremamente mais efetivo com o advento da
tecnologia, onde por meio do anonimato e da impunidade os agressores tem
seu caminho facilitado. Para além disso, o bullying ainda é visto por muitos
como forma de resolver as diferenças, afetando a autoestima de muitos jo-
vens brasileiros.
É irrefutável que a tecnologia vem se tornando cada vez mais essencial na
vida de cada brasileiro, como consequência da necessidade de se comunicar
mais rápido e do capitalismo informacional. Steve Jobs disse, "A tecnologia mo-
ve o mundo", mas não disse para qual dos lados, o bem ou o mal, assim, os
agressores, que antes afetavam o cidadão apenas pessoalmente, agora tem uma
ferramente facilitadora, e capaz de prejudicar a "vida virtual" da vítima. Infeliz-
mente são encorajados pelo anonimato, impunidade e negligência do governo
em relação ao ciberbullying.
Outrossim, o bullying e o ciberbullying ainda são vistos por uma parte da so-
ciedade como a resolução das diferenças, tanto sociais como étnicas e raciais.
Os casos se agravam ainda mais, quando os afetados são os jovens, uma vez que
muitos deles ainda não estão amadurecidos emocionalmente e apresentam uma
baixa autoestima. Visto isso, muitos adolescentes recorrem a diferentes recursos
para "resolverem" a sua autoestima fragilizada, que vão da criação de uma vida
perfeita, através de perfis falsos na internet, até o uso desses perfis para cometer auto
ciberbullying visando receber mensagens positivas e de encorajamento.
Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esse proble-
ma. Cabe ao Ministério da Ciência e Tecnologia criar e desenvolver aplicativos
e programas que sirvam para receber denúncias de violência virtual, afim de que
as vítimas fosse incentivadas a denunciar tais atitudes. Assim poder-se-á, com
o apoio de docentes, equipes pedagógicas e da própria família "matar dois coe-
lhos com uma cajadada só", ou seja, combater o bullying e o ciberbullying, fazendo
com que o diferente não seja motivo de agressão.
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