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Medidas para combater a prática de bullying e de ciberbullying na sociedade brasileira

No Brasil, os índices da prática de bullying apresentaram considerável e alarmante crescimento nos últimos anos. Tal fato é melhor compreendido quando observamos o surgimento de um novo ramo desta prática: o ciberbullying (bullying virtual) devido ao crescente acesso à internet e o seu poder difusor. Desse modo, é possível perceber que medidas combativas foram tomadas para a diminuição de tais índices, porém, mostram-se um passo importante, mas não suficiente no que tange a erradicação do problema e a melhor convivência social.
Em primeiro lugar, é fundamental saber quais as principais causas que levam ao bullying e o que se fez para enfrentá-lo. Assim, os praticantes deste modal de violência estão concentrados na população adolescente e no período de construção pedagógica, pautando-se muitas vezes, em formas de retaliação e reflexo aos problemas provenientes do lar. Outrossim, a criação de uma lei voltada para esta problemática, representa uma guinada considerável, contudo, não dispõe do que é necessário para erradicá-la. Desse modo, tal medida foca à resolução das consequências, que é necessário, porém, paliativo.
Por conseguinte, após dois anos de aprovação da lei, nota-se que em teoria ela dispõe dos instrumentos necessários, o que não se observa na prática. Nesse viés, os subitens legais sugerem: capacitação de um corpo docente para a prevenção e solução dos problemas. Todavia, percebe-se que não há a presença de supervisores na maioria das escolas, soma-se a isto o isolamento e a falta de diálogo das vítimas, que promove a não percepção do obstáculo e leva a crença que tal prática não é assídua em seu núcleo pedagógico.
Torna-se claro, portanto, que medidas como a aprovação de uma lei voltada para o combate ao bullying e ciberbullying é um grande passo, mas não o necessário para a dispersão do problema. O MEC deve efetivar a principal pauta presente na lei: a presença de um supervisor pedagógico nas escolas, fornecendo sua devida capacitação e a obrigatoriedade de sua presença no corpo docente, visando atacar as causas efetivamente e não somente as consequências. Ademais, as ONG?s que atuam neste viés devem formar parcerias com as escolas, para que haja a promoção de palestras educacionais desde as bases curriculares até o ensino médio, que retratem os desafios e apresentem as medidas para acabar com o bullying, tornando válida a assertiva do poeta francês Victor Hugo: " A tolerância é a melhor das religiões".
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