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Medidas para combater a prática de bullying e de ciberbullying na sociedade brasileira

Na série "13 Reasons Why" da Netflix, a adolescente ?Hannah? suicida-se após sofrer uma série de humilhações. Fora das telas, o bullying também contribui para situações lastimáveis, induzindo crianças e adolescentes a traumas físicos e psicológicos e, até mesmo ao suicídio. Assim, notam-se desafios a serem superados no que tange ao comportamento de certos indivíduos no meio social, para que haja harmonia em meios como a escola e clubes de lazer, e não segregação e violência.

Tal como o relatório do Programa de Avaliação de Estudantes (PISA) de 2015 elucida, no Brasil, 43% das crianças e jovens já sofreram bullying na escola por razões como aparência física, etnia, gênero e orientação sexual. Portanto, é evidente a precariedade, tanta na educação que vem de casa, quanto na atenção das instituições de ensino nas questões relacionadas ao bullying e seus derivados.

Como o patrono da educação brasileira, Paulo Freire, evidenciava, a educação deve ter um papel de exposição de injustiças, incentivando a colaboração, a convivência com o diferente, a tolerância, para a criação de uma "cultura de paz".

Por fim, medidas precisam ser tomadas para contornarmos a situação. As mídias sociais devem ser usadas como meio de alerta e conscientização, com o MEC (Ministério da Educação), devendo fazer parcerias com páginas como a "Quebrando o Tabu" do facebook. Com esta devendo publicas textos, artigos e vídeos que elucidem a questão do bullying e venham a gerar um melhor entendimento da problemática. Além disto, políticos devem pautar leis no Congresso que busquem diminuir ou eliminar estes problemas nos ensinos público e privado do país. Assim poderemos almejar uma pátria sem segregação por conta de violência e humilhação dentro de ambientes escolares e lugares de lazer.



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