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Medidas para combater a prática de bullying e de ciberbullying na sociedade brasileira

O sociólogo Durkheim associa patologia social a um enfraquecimento dos valores sociais. Nesse sentido, o bullying e o ciberbullying constituem marcantes anomalias da atualidade, uma vez que essas práticas configuram agressões físicas ou morais que destoam dos princípios humanitários. Dessa forma, combater esses atos envolve a compreensão de suas causas para a sua prevenção, além da promoção da empatia.
De início, deve-se compreender que o bullying e sua manifestação virtual, definida por ciberbullying, têm como uma de suas causas a deficiente saúde emocional da sociedade contemporânea. Assim, de acordo com uma pesquisa da Universidade de São Paulo, a maioria dos praticantes dessas ações, as praticam por sentir solidão, o que demostra fragilidade psicológica dos mesmos. Logo, oferecer suporte à saúde mental pode prevenir tais atos.
Outrossim, a promoção da empatia pode atuar no enfrentamento da questão. No entanto, percebe-se nos praticantes do bullying e ciberbullying a falta da aplicação da filosofia aristotélica, presente em sua obra "Ética a Nicômaco", a qual defende que as relações interpessoais devam ser baseadas no altruísmo. Então, uma educação humanitária se faz necessária para o auxílio da resolução do impasse.
Convém, portanto, que o Ministério da Saúde ofereça amparo à saúde mental, com a contratação de psicólogos em postos de saúde, a fim de se prevenir e tratar as causas psicológicas do bullying, incluindo em seu meio virtual. Ademais, cabe às escolas, por meio de aulas de cidadania, ensinar aos jovens os valores da alteridade, bem como encorajá-los a procurar ajuda especializada quando preciso, de modo a promover a empatia para combater essas patologias sociais.
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