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Medidas para combater a prática de bullying e de ciberbullying na sociedade brasileira

Desde o iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza como o problema do outro. No entanto, quando se observa as medidas educacionais para combater o bullying no país, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste intrinsecamente ligada à realidade no Brasil. Nesse contexto, convém analisarmos que as fiscalizações propostas para esse público, tornam-se insuficientes desse papel social governamental, bem como o entendimento nesse arranjo.
É indubitável que a questão constitucional e sua aplicação estejam entre as causas do problema. Isso se reflete nos escassos investimentos governamentais em qualificação profissional, em melhor suporte de diálogo com praticantes do bullying e não ter a representação de melhoria de menos casos de denúncias do bullying e cyberbullying. Segundo a ONU, o percentual praticado por bullying no Brasil, é de 43%, número alto que deve causar preocupação para diminuir esses quadros para um ambiente educandário por parte das fiscalizações especializadas para esses tipos de casos dentro da nação brasileira.
Outro ponto relevante nessa temática, é a sociedade em que estão os adolescentes formando seus grupos sociais e em fases de descobertas, desenvolvimento e em diferenças, nisso resulta o tal desprezo do bullying e do preconceito. De acordo com o historiador Nicolau Maquiavel, os preconceitos têm mais raízes do que os princípios. Assim, uma mudança nos valores da sociedade é imprescindível para transpor as barreiras da construção educacional ofertada para combater o bullying e o cyberbullying.
É evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de politicas que visem à construção de um Brasil melhor. Para que isso, cabe ao governo, em parceria com as instituição de ensino, implementar politicas públicas nas escolas, por exemplo, oferecendo capacitação aos docentes e equipes pedagógicos para implantação das ações de discussão, prevenção, orientação e solução contra o bullying, pois a escola é a principal arma do estado. Ademais, como já dito pelo pedagogo Paulo Freire, a educação transforma as pessoas e essas mudam o mundo. Logo, o Ministério da Educação e Cultura (MEC) e o Estado, devem implantar palestras ministradas por psicólogos nas escolas em que se discutam o combate para se pôr um fim ao bullying, a fim de que o tecido social se desprenda de certos tabus para que não viva na realidade das sombras, como na alegoria de Platão.
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