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Medidas para combater a prática de bullying e de ciberbullying na sociedade brasileira

Dor. Destruição. Sequelas. São essas algumas das consequências acarretadas àqueles que são acometidos pelo bullying e pelo ciberbullying. No Brasil, observa-se casos frequentes de jovens e crianças que são vítimas de violência física e psicológica no ambiente escolar, violência que estende-se ainda, para o mundo virtual. Assim, ao verificar-se os danos desencadeados por esses atos, depreende-se, portanto, a necessidade de combate ao bullying e suas variáveis.
Na trajetória da educação brasileira, observa-se a transformação da escola em um ambiente reprodutor da violência social. Vê-se a cada dia a ocorrência de perseguições àqueles que não se enquadram nos padrões normativos sociais, no âmbito escolar. O pedagogo Paulo Freire aborda tal fenômeno em seu livro "Pedagogia do Oprimido", no qual evidencia os atos de violência inerentes à escola. Para essa problemática surge a metodologia freiriana, que defende a necessidade de uma pedagogia dialógica que gere a emancipação do oprimido contrapondo as ações do dominador. Dessa maneira, destaca-se a necessidade e notoriedade do professor na contenção a essa prática desumana que é o bullying.
Ademais, em uma perspectiva no qual as relações se dão majoritariamente no mundo virtual, destaca-se a ocorrência de perseguições também nesse espaço - que nesse contexto, urge como ciberbullying. Contemporaneamente, a violência passara a ser abrasada com a tecnologia, uma vez que o seu mal uso desencadeia danos irreparáveis às pessoas. Amanda Todd personifica esse aspecto, já que a estudante canadense de 15 anos suicidou-se após ter sido exposta e chacotada na internet por uma série de indivíduos que até hoje permanecem impunes. Fato que chancela-se pela possibilidade de anonimato no mundo virtual, já que a camuflagem nesse meio dificulta o reconhecimento dos agressores à medida com que prorroga o sofrimento da vítima.
Evidencia-se, portanto, a necessidade da adoção de medidas que aniquile o bullying e o ciberbullying. O MEC poderia gerar cursos de capacitação aos professores para que esses desenvolvam habilidades ao se depararem com a violência escolar. Outrossim, o mesmo ministério poderia criar nas escolas centros de apoio psicoemocional0000 dessa forma, espera-se a diminuição de casos do bullying e o restabelecimento da integridade de quem o sofre e de quem o comete. Além disso, o Ministério das Ciências e Tecnologias deveria criar ferramentas que impossibilitem o anonimato no mundo virtual, tornando-o um meio no qual todos possam ser identificados0000 desse modo, poderá se firmar um ambiente gerador do conhecimento e não da crueldade. Por conseguinte, após a adoção dessas medidas, tende-se a reduzir a incidência do bullying e garantir o prosseguimento do real papel da escola brasileira.
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