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Maus-tratos a animais de rua no Brasil

Durante o Brasil Colonial, a relação entre homens e animais apresentavam um vínculo econômico. Com a chegada dos europeus, muitos de seus costumes passaram a ser implantados na sociedade da época, que são fortemente visíveis até o século XXI, um deles era a domesticação de animais, como cães e gatos. O que possibilitou a uma amizade entre esses animais. Porém, o crescimento populacional de cães e gatos tornou-se desordenado, assim como, o Brasil que é o país onde abriga um grande percentual de animais nas ruas e que sofrem pelos maus-tratos. Logo, será que o homem é realmente o melhor amigo do cão?


O patrimônio cultural deixado pelos europeus além de ser motivador, também apresenta determinadas contrariedades, como é possível analisar as dificuldades que o Brasil apresenta quando está submetido a uma comparação com outros países do continente europeu, como por exemplo, a França e a Alemanha, que investem nas melhores condições de vida para os pets, atribuindo leis que combatem quaisquer atos que ferem a condição do animal,através de multas e podendo chegar à prisão. Enquanto no Brasil, encontram-se desorganização e menos gastos com a saúde dos animais. Seguindo esses levantamentos,são comprovados através de dados apresentados pela OMS, que em sua pesquisa, são mais de 30 milhões de animais abandonados em todo país. Assim como a superlotação em abrigos públicos com péssimas condições.


A crescente lotação nas cidades e canis, se estabelece pelos desvios cometidos pela sociedade, como a reprodução constante pela falta de castração, a preferência por raças definidas que são adotados à valores e são vendidos clandestinamente, o preconceito pelas raças indefinidas. Além disso, é de suma importância mencionar a prática da violência que resultam em mortes e fraturas que impedem o animal de ter uma vida sem complicações. Portanto, diversas ONGs estão ligadas a salvar a vida desses animais, por via de doações.


Contudo, é necessário que haja uma melhor administração no setor de proteção, aplicando multas dirigidas pela ação legislativa, construção de acolhimentos com observação de profissionais, como veterinários, para oferecerem melhores condições de estadia, distribuição de mecanismos capazes de doar rações e água, campanhas para comunicar a população sobre a relevâcia em adotar, em conjunto com empresas privadas e ONGs. Podendo ser oferecidos atráves da união de órgãos como o Ministério da Educação, UIPA e o Ministério do Meio Ambiente. Para que a cada ano o número de abandonos e casos violentos sejam menos frequentes.



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