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Maus hábitos e infarto e jovens

Muito se tem discutido sobre os maus hábitos alimentares e seus reflexos no aumento dos índices de infarto entre jovens. Ao analisar a atual sociedade pode-se afirmar que a alimentação dos jovens está cada vez menos saudável devido a introdução excessiva de alimentos industrializados na dieta dessa faixa etária. Esse quadro contribui para os riscos de doenças cardiovasculares e ataques cardíacos entre os jovens.
Dentre os inúmeros fatores que levam ao infarto entre a juventude pode-se destacar a má alimentação, esse fato deve-se ao grande consumo de produtos industrializados dessa nova geração. Os produtos industrializados possuem grandes taxas de aditivos químicos e supercaloricos, como os antioxidantes, conservantes, acidulantes e aromatizantes artificiais. Esses aditivos trazem diversos malefícios a saúde e são responsáveis pelas altas taxas de mau colesterol que são os principais causadores de acidentes cardiovasculares e ataques cardíacos.
Segundo as orientações do Ministério da Saúde os hábitos alimentares dos jovens devem ser mudados, sendo assim a população deve ser alertada acerca dos problemas decorrentes da má alimentação e do consumo desses produtos artificiais. Para uma alimentação mais saudável a instituição orienta que o consumo de alimentos naturais, que não sofrem com processos químicos, devem ser incentivados, como: hortaliças, legumes, verduras e frutas no geral.
Em virtude dos argumentos supracitados para reverter os altos índices de infartos em jovens em decorrência da má alimentação, é de suma importância que a mídia participe no processo de conscientização da população através de propagandas informacionais sobre os malefícios que os produtos industrializados e artificiais causam a saúde. Outra medida necessária é o aumento da fiscalização do Governo e a imposição de limites de aditivos químicos em alimentos artificiais segundo as orientações dadas pelo Ministério da Saúde. Por fim, seria interessante uma mudança no âmbito legislativo, criando uma lei de direito do consumidor que obrigue que informações sobre os riscos à saúde que aquele alimento pode trazer sejam colocadas na embalagem do produto, como o aumento de colesterol, infartos e doenças cardiovasculares no geral.
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