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Mais médicos

Garantido à população pela Constituição Federal de 1988, o Sistema Único de Saúde é um dos poucos sistemas públicos de saúde que, realmente, disponibilizam atendimento, medicamentos e tratamento gratuitamente. Para um leigo, o Programa Mais Médicos pode aparentar ser um avanço, tendo em vista o nível de qualidade da saúde pública no país. Contudo, ao analisarmos a popularidade da presidente Dilma (quando criou o programa), a escolha do país de origem dos médicos e a maneira como o programa foi organizado, percebemos que trata-se de uma medida com viés político e ideológico.
Desde o surgimento do programa, o governo desejava transferir a culpa dos problemas de saúde nos municípios do interior aos médicos, que, segundo ele, nas suas essências egoístas, recusavam salários de 10 mil reais. "Esqueceram-se" de contemplar, no entanto, a ideia de que os médicos almejam construir uma carreira e, de fato, desenvolverem suas profissões. O problema nunca foi o número de médicos, tampouco suas mentalidades, mas sim as características dos locais citados, que não proporcionam condições inerentes aos médicos enquanto pessoas e ao exercício de suas funções.
Quanto ao aspecto político e ideológico, o filósofo Olavo de Carvalho sempre afirmou que espiões do governo cubano infiltravam-se no programa. Além disso, por que escolher Cuba? Seria isso pelo fato do Partido dos Trabalhadores ter uma dívida com o país, já que este financiou o terrorismo comunista durante a Ditadura Militar? Não se deve esquecer que 70% do salário dos médicos cubanos vai para o governo de lá.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Primeiramente, o Governo Federal deve acabar com o programa, pois, além dele não trazer benefícios significativos, funciona como uma indústria estatal cubana que tira o emprego de brasileiros e maquia o sistema. Ademais, o Ministério da Saúde deve investir bilhões em infraestrutura e modernização dos aparelhos médicos dos locais não privilegiados para atrair os profissionais. Por fim, objetivando evitar essa situação novamente, o Ministério da Educação devem investir muito na formação primária dos estudantes, uma vez que, como dizia Immanuel Kant, "o homem é o que a educação faz dele".
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