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Mais médicos

Mais médicos: como garantir a universalização da saúde
No Brasil, as ações de aprimoramento da assistência à saúde ainda são recentes, só a partir de 1988, é que a saúde foi considerada como um direito do povo e dever do estado na constituição federal. Com isso, várias políticas, até hoje, vêm tentando melhorar o Sistema Único de Saúde (SUS) como, por exemplo, o programa mais médicos. Por conseguinte, essa inserção de médicos contribui diretamente para melhorar a atuação da medicina preventiva e para garantir o princípio de universalidade do SUS.
A princípio, esse programa demostra que o estado está focalizando mais na atenção básica. Umas das principais causas de sua implementação foi à inexistência da assistência médica em muitas regiões periféricas deste país, haja vista que os médicos daqui não querem trabalhar no interior ou em regiões menos desenvolvidas. Dessa forma, o programa veio para suprir uma demanda que estava em falta e com isso garantir mais uma expansão da atenção básica, sendo assim, aumentando a medicina preventiva que tem como finalidade reduzir doenças e mortes por afecções banais como, por exemplo, diarreia.
Ademais, o caráter social do mais médico é incontestável, uma vez que a assistência preventiva chegará a toda população. Entretanto, há alguns médicos brasileiros que discordam disso, afirmando que eles não vão para essas regiões, devido à falta de estrutura para trabalhar e pelo pouco reconhecimento profissional. Diferentemente do sistema público britânico, o SUS tem baixo de recursos financeiros, cerca de 300 reais anuais por pessoa, segundo o IBGE, 2015, mas isso não é justificativa para deixar de garantir o direito de alguns republicanos à saúde. Por isso, que se faz necessário esse programa.
Fica nítido, portanto, que o programa mais médicos é uma ação afirmativa que tem como objetivo garantir o princípio da universalidade do SUS. Assim sendo, para melhorar a atuação desse programa, os gestores públicos devem fiscalizar a atuação desses novos profissionais e a sociedade civil também deve participar dessa fiscalização, tendo em vista a manutenção da assistência à saúde pública de qualidade.
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