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Mais médicos

Falta de instalações, profissionais e equipamentos adequados sempre fizeram parte do cenário da saúde pública brasileira. Na tentativa de reverter esse quadro, o governo federal instituiu, em 2013, o programa mais médicos, que visa o preenchimento de vagas em regiões do interior do país onde há escassez desses profissionais.
Sem dúvida, essa medida retrata um rompimento nas medidas já tomadas- no entanto, sem êxito- em busca à erradicação do pessimismo do atendimento na atenção básica, essa afirmativa vai bem ao encontro de uma matéria publicada em um jornal nordestino, justamente porque este também afirma que apenas dois anos após a implantação do programa, o atendimento saltou de 38 para 73% nas unidades básicas da região, e aponta, inclusive, uma diminuição no número de encaminhamentos médicos, resultando numa economia significativa aos cofres públicos, além de promover a abertura de novas vagas para a formação médica nas universidades privadas.
De outro lado, há uma forte resistência e intolerância da classes médica em relação à medida tomada pelo executivo brasileiro. Para muitos, o programa em questão é extremamente inconstitucional e contraditório, para eles, a quantidade de médicos existentes no país é suficiente- uma vez que somos o quinto país do mundo com o maior número de médicos- e que esses profissionais, geralmente, não vão para o interior por falta de infraestrutura.
Diante disso, cabe ao governo, realizar uma pesquisa e, através desta, um levantamento percentual de avaliação dos benefícios para os cofres públicos, da satisfação dos brasileiros em relação ao programa e, como parece bastante óbvio, investir na formação de médicos brasileiros nas instituições públicas, afinal, porquê continuar importando médicos, se temos milhares de jovens que aspiram à carreira?

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