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Mais médicos

Desde o processo de formação do Estado Nacional Brasileiro, a negligencia para com a saúde populacional atravanca o desenvolvimento do país. O setor, apesar de haver campo médico, apresentava abundantes problemas por não ser considerado imprescindível, tendo mudanças significativas apenas a partir do movimento da Reforma Sanitária na década de 70. Todavia, não foi suficiente e o transtorno se agravou, seja no restrito acesso dos cidadãos, seja pela condição precária a qual os profissionais da área são obrigados a atuar.
Por isso, o governo criou e investiu no programa Mais Médicos a fim de modificar o contexto atual. O projeto tem dois principais eixos os quais cercam a qualificação médica, a partir da ampliação do curso de medicina em dois anos, e a resolução da escassez de atendimento, a partir da fixação de médicos estrangeiros ou brasileiros em áreas de periferias ou interior com carestia de rede publica de saúde. No entanto, o sistema foi reprovado pela maioria dos brasileiros entrevistados, concluindo que o programa que deveria ser uma solução, tem mostrado ser apenas um ''paliativo'' da situação atual.
Não foi constatado grande diferença no atendimento de populações do interior e das periferias dos centros, uma vez que em tais áreas continua faltando aparelhos básicos e higienização, o que acomete na difícil execução do trabalho qualificado de um profissional, e médicos suficientes para todos os dependentes do SUS (Sistema Único De Saúde), tal situação é explicada pelo tempo em que um paciente espera para ser atendido. Além disso, a maioria dos médicos cubanos contratados para trabalhar no programa não trabalha com supervisão, o que seria obrigatório, posto que nenhum deles foi reavaliado a fim de comprovar ou não competência para o exercício de um médico.
Entende-se, portanto, que a continuidade do subdesenvolvimento no setor médico brasileiro é fruto da ainda fraca eficácia nas ações propriamente ditas do programa. Com objetivo de atenuar o problema, o Governo Federal deve elaborar um plano de implementação obrigatória aliada à esfera universitária para que os médicos recém-formados permaneçam durante um período em áreas que necessitem, devem melhorar a condição de trabalho dos profissionais investindo em materiais de sutura, macas e salubridade local. Além da necessidade de haver testes de revalidação do médico estrangeiro atuante no território brasileiro. Dessa forma, não só com o bem estar de cada indivíduo, mas também com toda a nova estrutura do programa modificará de forma eficaz o cenário médico brasileiro.
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