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Lixo eletrônico e impactos socioambientais

Constante observação 


  Em um experimento mental, Erwin Schrödinger, físico austríaco, desenvolveu o paradoxo do gato vivo e morto, o qual demonstra a influência do observador sobre o resultado da situação observada. Em contrapartida, os cidadãos brasileiros parecem inertes diante do lixo eletrônico e os impactos socioambientais. Diante dessa problemática, convém analisar o descarte irregular e o acúmulo de e-lixo.


  Em primeira análise, cabe destacar o descarte irregular de e-lixo, como por exemplobaterias, pilhas e computadores velhos. No imperativo categórico de Immanuel Kant, filósofo moderno, acreditava que um indivíduo, assim como os demais ao seu redor, devia agir de modo que sua ação fosse benéfica para todos. Por conseguinte, os cidadãos não estão cientes que o descarte de dispositivos velhos pode contaminar animais e solos férteis.


  Ademais, o acúmulo de e-lixo libera metais pesados -como o mercúrio e o alumínio- prejudiciais à saúde. Saramago em sua obra “O Ensaio sobre a cegueira”, revela uma epidemia de cegueira que atinge toda a população. Semelhante e metaforicamente, encontram-se os cidadãos, pois não enxergam que a bioacumulação pode gerar doenças extremamente agressivas, como o câncer.


  Torna-se evidente, portanto, que é preciso tomar medidas para cessar o lixo eletrônico. Para tanto, o Estado deve elaborar medidas para a coleta eficiente e o descarte correto do lixo eletrônico, com a finalidade de diminuir a liberação de metais pesados. Outrossim, as famílias devem promover diálogos com os próprios filhos, mostrando as consequências do descarte incorreto de pilhas e baterias, com o fim de atenuar a contaminação do solo e de animais. Dessa forma, será possível influenciar sobre o resultado da situação observada.

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