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Lixo eletrônico e impactos socioambientais

Segundo o empresário norte americano Steve Jobs a tecnologia move o mundo, mas, infelizmente, esses avanços tecnológicos geram, cada vez mais, lixo eletrônico causado tanto pelo consumismo quanto pela volatilidade dos aparelhos, o que vem a gerar impactos socioambientais negativos em todo o país.


Primeiramente, é importante destacar que o ser humano é estimulado a ter uma mentalidade consumista. Indubitavelmente, como descreve Bauman, o século XXI é pautado em uma sociedade do consumo, na qual acredita-se que a felicidade plena é alcançada somente com a comprar e com o quanto você possui. Esse pensamento faz com que as pessoas comprem cada vez mais aparelhos eletrônicos sem necessidade, só porque os modelos mais antigos, apesar de funcionais, não se enquadram nos atuais padrões de estética social. Isso, sem dúvida, gera o aumento do lixo eletrônico já que, a humanidade não cria políticas de reciclagem e simplesmente o descartam, contaminando, por conseguinte, o solo e os rios o que vem a piorar o problema.


Ademais, o aumento do lixo eletrônico este atrelado ao dinamismo dos aparelhos. Inquestionavelmente, a sociedade também gira em torno da modernidade líquida descrita pelo mesmo pensador, Bauman, já que a tecnologia se torna, cada vez mais, dinâmica e volátil, uma vez que os produtos são feitos em grande escala e para durarem pouco, com diferenças mínimas de estrutura, mudando somente sua estética para atrair consumidores. Sendo que, o produto mais antigo, apesar de não possuir um belo designer, cumpre as mesmas funções. Tal produção em massa aumenta o lixo, vindo assim, a prejudicar a saúde do indivíduo com o descarte inadequado dos metais pesado que poderão provocar disfunções metabólicas e mitóticas como o câncer. Prova disso, é o filme Wall-E no qual mostra que o planeta se tornou inabitável devido a esse problema.


Portanto, fica evidente que o lixo eletrônico é um problema atual que deve ser resolvido. Primeiramente, o próprio indivíduo deve tentar resolver a questão. Isso deve ser feito por meio de uma auto avaliação para que se construa uma percepção ampliada do que realmente é preciso consumir, tomando, assim, consciência de que muitos eletrônicos não são necessários para o cotidiano. Em segundo plano, as empresas tecnológicas devem montar postos de coleta em áreas comuns para recolher aparelhos que não são mais usados para que assim, possam reutilizar componentes ainda funcionais e descartar de maneira correta os demais. Por fim, com essas medidas os impactos seriam minimizados o que vem a melhorar o problema no Brasil como um todo.

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