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Lixo eletrônico e impactos socioambientais

 Desde a Revolução Industrial entre os séculos XVIII e XIX, além dos grandes avanços tecnológicos, houve também um aumento na produção de lixo. Similarmente, no Brasil o grande acúmulo de detritos eletrônicos vem causando inúmeros impactos socioambientais. Dessa forma, convém analisarmos as principais consequências e uma possível resolução do problema.


 Efetivamente, o lixo eletrônico causa não só danos ao meio ambiente, como também a sociedade. Visto que, o descarte incorreto desses resíduos pode causar danos à saúde da população que vive próxima a aterros sanitários ou tem contato com os compostos tóxicos desses objetos. Nesse sentido, o revés se mostra como uma questão de saúde pública e a intervenção é de extrema importância na mudança de um percurso que se mostra cada vez mais alarmante.


 Além disso, o despejo errôneo desses itens causa danos ambientais extremamente prejudiciais. Isso se evidencia pelo fato de tratar-se de substâncias altamente poluentes e tóxicas que afetam tanto a qualidade do solo, água, quanto os lençóis freáticos. Nesse contexto, é inadmissível que um país que produz tanto lixo, invista tão pouco no descarte adequado desses resíduos, de maneira que seja o menos prejudicial possível ao ambiente e a população.


 Logo, faz-se necessária a tomada de medidas cabíveis na resolução do impasse. O Ministério do Meio Ambiente, portanto, em parcerias com ONG’s de preservação ambiental, devem criar campanhas contínuas de esclarecimento a população, sobre maneiras corretas no descarte de eletrônicos, assim como os riscos do contato com os compostos tóxicos neles presentes, por meio de palestras ministradas por especialistas na área. Espera-se com isso promover uma diminuição nos impactos.

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