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Lixo eletrônico e impactos socioambientais

 


  Em 1930, durante a Era Vargas, começou o processo de industrialização brasileiro. Por ser um desenvolvimento bastante tardio, em relação aos países desenvolvidos, trouxe para o Brasil uma série de problemas como, por exemplo, o uso exagerado do lixo. Porém, no cenário hodierno, com a produção de eletrônicos intensificou ainda mais a questão lixo, que aumentou ainda mais os impactos sócioambientais.


  Primeiramente, a obsolescência programada intensifica ainda mais a produção do lixo eletrônico. Como disse o empresário Steve Jobs ´´ Eles não sabem o que querem, até que eu mostre para eles``. Dessa maneira, com esse modelo inserido na sociedade capitalista, em que induz o indivíduo a sempre comprar um aparelho atrás do outro que, consequentemente, aumenta o lixo eletrônico e os impactos ambientais.


  Além disso, a falta de investimento no descarte apropriado dos eletrônicos faz crescer ainda mais os impasses ambientais. Segundo o jornal ´´?1`` apenas 22% dos municípios brasileiros têm coleta seletiva. Dessa forma, com a falta de verba necessária do Governo aumenta, consequentemente, o número de aparelhos expostos ao céu aberto, em que emitem gases prejudiciais ao meio ambiente.


  Fica claro, portanto, que os lixos eletrônicos gera diversos impactos socioambientais, e medidas são necessárias para resolver esse impasse. Primeira solução é a ONU( Organização das Nações Unidas) criar leis que proíba as empresas exerce a obsolescência programada, que aumente a vida útil dos produtos, assim diminui o descarte desnecessário dos aparelhos. Outra solução é o ministério do meio ambiente unir força com municípios e construam aterros sanitários adequados, que tenha a separação adequada desses aparelhos. Dessa forma, poderemos resolver esse problema que começaram desde 1930.

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